Quando Sopra o Vento Norte - www.wook.pt

sábado, 29 de maio de 2010

Updates

Oi? Alguém por aí? Por aqui sim, deste lado do ecrã vai-se andando.
As reclamações que tenho recebido "então vou todos os dias ao teu blog e não há nada de novo? Não pode ser, tens que escrever", foram várias. Ouvidas e apontadas. O problema é que não tem havido muito tempo e sim pouca paciência. Decidi então enxotar a preguiça e por-vos a par dos acontecimentos mais interessantes.
Cortei o cabelo e actualizei o escadeado. Está um mimo!
Continuo com uma vontade louca de pintar as unhas de roxo. Temo que o desejo tenha que ser rapidamente satisfeito ou arrisco-me a que numa destas manhãs acorde com uma ligeira variação no tom de pele. Comprei um casaquinho que é uma belezura e quem me assenta que nem uma luva.
Já acabei de ler o livro de cabeceira. Aquele da imagem mesmo ali na barra lateral direita, que vai sendo actualizado e blá blá blá, vocês já têm a matéria sabida. É uma compilação de todas as crónicas do Ricardo que sairam nos últimos dois anos na Visão. Muito bom portanto. Especialmente para quem gosta de política (me, myself and I de bracinho no ar) é de leitura obrigatória. É sempre bom apanhar um ou outro detalhe que nos tenha escapado e ver as coisas de diferentes ângulos.
Não tenho ido ao cinema (sei que neste momento devem estar terrivelmente embasbacados, mas é a mais pura das verdades), por isso a lista "a ver" cresce a olhos vistos. Aqui por casa, hoje vi "Les uns et les autres", que me transformou numa autêntica torneira que só há pouco consegui fechar. Magnífico, magnífico e magnífico. (comento num próximo post deal?)
E ainda conheci um giraço num encontro mais ou menos profissional, que em vez de estar preocupado com quem deveria falar e acertar pormenores, preferia saber detalhes da minha vida pessoal, o meu número de telefone, email e companhia limitada.
Por agora c'est tout. Desligo e mando um beijinho bom.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

A cabra secreta que há em nós (parte III)

Algumas de nós podem sentir dificuldade em assumir que o termo “cabra” para si próprias. Podemos pensar que fazê-lo reforçaria a imagem negativa que as mulheres afirmativas carregam consigo há anos. Isto é: se digo o que penso sou uma cabra” (pág.33)
Já vimos no post anterior que não. A conotação negativa só nos atinge se não houver respeito e educação. A verdadeira cabra que há em nós não é mais do que um auto-elogio à nossa determinação.
Pensemos agora na mesma situação mas se fossemos homens. “O que se chama a um homem que fala por si próprio, que é exigente consigo e com os outros, um homem que se comporta como qualquer cabra com respeito por si própria se comportaria? Um sucesso” (pág.35) Nem mais! O que nos leva a concluir de tudo passa por um pequeno problema de género. De que o “o” ainda se impõe sobre a “a”.

Culpados? Ou deverei escrever culpadas? De um lado da balança temo-nos a nós mulheres, sim algumas de nós mulheres que não suportam o sucesso umas das outras. Do outro lado temos o típico homem-machista-preconceituoso-antiquado-que-ficou-parado-no-tempo-em-que-as-mulheres-não-tinham-direito-a-vontade-própria.Ponha o dedinho no ar quem não se cruza pelo menos uma vez por dia com algum destes exemplares. Recorrer à cabra secreta, é saber de antemão que estamos sujeitas a comentários e críticas mas que sem ela não conseguiremos atingir o que queremos, precisamos e desejamos.


sábado, 22 de maio de 2010

Filmes (#36)


Uma comédia cai sempre bem. Para descontrair numa sexta à noite, rir um bocado...
Pelo meio temos uns tiros e umas perseguições nas ruas de NY. Uma noite atribulada não restam dúvidas, que termina pelo melhor.
Girito e engraçado, vale a pena ver.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Maio, portanto...

Ou muito me engano ou por estes dias faz mais calor que muitos em pleno Verão.
Não gosto. Explico porquê. Ele só é bom quando se está na praia. De chinelo no pé e bikini.
Com a minha indumentária "pipi", pois que sair de casa toda bonitinha, de camisa e sapatinho e tralálá tudo nos conformes e passado menos de dez minutos ficar inundada...é para ficar chateada concerteza que é! E uma brisa ó São Pedro? Assim daquelas só mesmo para refrescar será que mandas?

terça-feira, 18 de maio de 2010

Para dores de cabeça, enjoos e companhia

Não me posso esquecer de aviar a receita que isto nunca se sabe quando será preciso... Pressinto que as boas energias dos últimos dias, comecem a ser contaminadas hoje à noite. (Já disse que gostava que fosse tão fácil eliminar pessoas como carregar no delete não já? Pois já, mas repito)

domingo, 16 de maio de 2010

Feira do Livro


Hoje estive por lá.
O balanço são estes três livros que trouxe, todos devidamente autografados.
Com o Luís Sepúlveda mal troquei duas palavras dada a multidão de gente que estava na fila e aguardava a sua vez. Pareceu-me também que estava meio rouco.
Com a Alice tive (muita) sorte. Estava pouca gente quando cheguei. Falei e disse-lhe o quanto gostava dela, que os seus livros marcaram a minha infância e claro a minha vida. Que são para todas as idades e são sempre maravilhosos. Ela deu-me um beijinho e agradeceu. Uma querida, mesmo!
Com o Ricardo até podia ter estado mais à conversa, mas não deu. Dei-lhe o livro para o autografar e agradeci. É que estava tão lindo, maravilhoso e bem-cheiroso que a coisa não deu para mais...vocês percebem certo? ;)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A cabra secreta que há em nós (parte II)

“A cabra secreta diz o que pensa e pensa o que diz. É uma parte de nós inteligente, confiante e digna que sabe muito bem o que quer. Diz-nos para não aceitarmos menos do que nos é devido. E avisa-nos quando estamos prestes a embarcar em comportamentos derrotistas” (pá. 25)

Em primeiro lugar é fundamental esclarecer o verdadeiro sentido da palavra cabra neste contexto. Se pegarmos no dicionário, se pensarmos com o senso comum chegamos a duas conclusões: cabra, o animal irracional de quatro patas e cabra, o animal (ir)racional de duas pernas.
Não se trata de nenhuma delas. A cabra que há em nós surge e manifesta-se num sentido positivo. Não para ofender nem magoar ninguém, mas para expressar o nosso verdadeiro eu: sentimentos, opiniões, gostos, etc. Neste ponto, confesso-me: sou mesmo uma cabra. Sou incapaz de dizer que gosto de algo/alguém quando não gosto. De dizer que concordo com alguma ideia quando penso exactamente o contrário.
Isso não faz de mim uma má pessoa pois não? Claro que não. Sou simplesmente alguém que se dá a conhecer a si e aos outros. Às vezes é complicado saber gerir o dizer-não-dizer? Em certas ocasiões nem por isso.
Digo simplesmente “não gosto muito, eu não usava mas se te sentes bem assim por mim óptimo” “não penso dessa forma, aliás penso mesmo o oposto mas se achas o mais correcto…” Tudo dito na base da educação fica sempre bem.
“Estar em sintonia com a cabra que há em nós, até a ajuda a ser verdadeiramente simpática. Há um mundo de diferenças entre ser simpática e ser simpaticazinha”(pág.27)

terça-feira, 11 de maio de 2010

A cabra secreta que há em nós (parte I)

Assim de soslaio, um pequeno livro amarelo piscou-me o olho, enquanto a palavra cabra (a vermelho) me fazia sinais de fumo. Olhei com um mixto de surpresa e curiosidade, enquanto ele iniciava gritinhos desesperados "oh pick me, pick me".
Tadito, pensei. Trouxe-o comigo.

"Há uma parte de nós, uma parte bem importante que muitas vezes não gostamos de reconhecer. É a cabra secreta.
Não se atrevam sequer a fingir que não sabem de que é que eu estou a falar. A cabra secreta é a "tia fatal" que cada uma de nós sabe ser, a passear-se com um cigarro numa mão e um martini na outra e que é capaz de chamar os bois pelos nomes..."

Elizabeth Hilts, "Descubra a cabra secreta que há em si"

Achei-o tão giro e cómico que irei partilhar e comentar algumas partes para estabelecermos aqui um tête-a-tête sobre o assunto. Fiquem atentos, elas e eles!

domingo, 9 de maio de 2010

We are the Champions, yeah*

Óscar darling, portaste-te tão bem hoje que merecias mil beijinhos.
Já posso largar a bomba de oxigénio que o campeonato já cá canta.
Agora que venha a Champions e o Mundial, que a menina gosta. Só não me posso esquecer de ir à farmácia comprar mais uns saquinhos de oxigénio...

nota final: BENFICAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAA!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Filmes (#35)

Todos em uníssono: "Um grande salve para a dona deste blog que já pôs a saga vampiresca em dia".
Sexta, “Crepúsculo” e na semana seguinte, sexta também, “Lua Nova”. A história, continuo a dizer nada de especial. Um vampiro que se apaixona por uma humana e vice-versa. Só que ao contrário das lendas e mitos sobre eles, estes não põem os dentinhos de fora, mal lhes cheira a sangue fresco…quer dizer, quase todos!
Gostei logo do primeiro filme, confesso. Deixei que fosse mordida, assim um bocadinho. E ficou a curiosidade para o seguinte. Sobre o segundo apenas uma palavra: amei. Sim, sim e sim. Podia fazer uma lista enorme das minhas cenas preferidas, mas destaco a da (quase)-tentativa-de-suícidio-da-Bella-para-que-o-Edward-voltasse-a-salvasse-e-vivessem-felizes-para-sempre. Muito Romeu e Julieta (que adoro), modo século XXI.
E pronto, eis a hora em que me podem crucificar "eu bem te disse para veres malinha, eu avisei-te de que a história era linda, maravilhosa e viciante"…estou ao dispor.
Esqueci-me de falar da banda sonora não esqueci? Muito boa. Mesmo. Os Muse estão lá.

"Edward Cullen: Heaven.
Bella Swan: You have to move. Open your eyes, look at me. I'm alive. You have to move.
Edward Cullen: You're here.
Bella Swan: I'm here.
Edward Cullen: You're alive.
Bella Swan: Yes... I needed you to see me once. You had to know that I was alive. You didn't need to feel guilty about it. I can let you go now.
Edward Cullen: I could never let go of you. I just couldn't live in a world where you didn't exist.
Bella Swan: But you said...
Edward Cullen: I lied. I had to lie, and you believed me so easily.
Bella Swan: Because it doesn't make sense for you to love me. I'm nothing... Human. Nothing.
Edward Cullen: Bella, you're everything to me. Everything".
*(diálogo roubado descaradamente à Pinkk)

sábado, 1 de maio de 2010

Em alta rotação

Pralá de viciada nisto. Tem sido sempre a tocar nos últimos dias.
E para hoje, sábado à noite parece-me uma óptima banda sonora.