Alguns já estavam na lista desde 2010, mas não houve tempo para todos. Assim passaram directamente para este ano, acompanhados de mais alguns. Ora seguem de seguida:
Caim de Saramago;
A máquina de fazer espanhóis de Valter Hugo Mãe
Kafka á beira-mar de Haruki Murakami;
Os anagramas de Varsóvia de Richard Zimler;
O anjo branco de José Rodrigues dos Santos;
O retrato de Dorian Grey de Oscar Wilde;
A sombra do que fomos de Luís Sepúlveda;
A menina que roubava livros de Markus Zusak.
E por enquanto fica assim que (já) há muito para põr em dia. E filmes também há? Pois está claro, ver alguns que estão em atraso e outros que vão estreando.
Nos últimos anos, os dias, as semanas, os meses passam a correr...quando damos por ela bommm mais um Natal e daí a nada novo ano. Para 2011, peço a continuação de todas as coisas boas com que 2010 me brindou, isso e muita saudinha para seguir com tudo para a frente, que sem ela é que não se vai a lado nenhum. Já agora estar sempre perto daqueles de quem gosto e de quem não gosto que me cruze com eles o menos possível. Bora lá agarrar (e com muita força) estes 365 dias e fazer deste ano um grande ano boa? ;)
Esta casa ainda tem pulsações...e das boas. A questão é que se têm feito sentir só por cá e não passando por aqui, é provavél que não chegue aí. Para o próximo ano (ó-valha-me-deus-mais-um-novo-ano-que-está-prestes-a-começar) estarei de volta. Até lá, para os leitores mais xuxus deste e de tantos quantos planetas possam existir um Natal e uma entrada em 2011 absolutamente espectacular ;)
Ás 8 da manhã é que não me apanham de certeza à porta da H&M, acompanhada de umas boas centenas de alminhas ansiosas por romper loja adentro e agarrar em tudo como se o Mundo acabasse amanhã (tenham calma que é só em 2012). Primeiro, aqueles vestidos não me convencem. Nem um dedinho. A ideia está gira, o design sim senhora, assim como as cores mas na prática o que eu vejo ali é um: "Muito bem, têm dois dias para fazer os vestidos, aqui estão os tecidos, a fita-cola e o desafio final termina com a exposição do mesmo na loja". Um bocadinho mais arranjadinhos, era o que se queria. Segundo, a marca em si também não é nada que me alegre. No dia em que decidirem fazer uma parceria à séria (tipo Carolina Herrera, Chanel) e puseram aquelas malas lindas de morrer a um preço à minha medida, conversamos de outra maneira.