segunda-feira, 29 de novembro de 2010

It's Malinha baby!

"Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes(...)"
(Ricardo Reis)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Bora lá para o Chiado comprar umas roupinhas?

Ás 8 da manhã é que não me apanham de certeza à porta da H&M, acompanhada de umas boas centenas de alminhas ansiosas por romper loja adentro e agarrar em tudo como se o Mundo acabasse amanhã (tenham calma que é só em 2012).
Primeiro, aqueles vestidos não me convencem. Nem um dedinho. A ideia está gira, o design sim senhora, assim como as cores mas na prática o que eu vejo ali é um: "Muito bem, têm dois dias para fazer os vestidos, aqui estão os tecidos, a fita-cola e o desafio final termina com a exposição do mesmo na loja". Um bocadinho mais arranjadinhos, era o que se queria.
Segundo, a marca em si também não é nada que me alegre. No dia em que decidirem fazer uma parceria à séria (tipo Carolina Herrera, Chanel) e puseram aquelas malas lindas de morrer a um preço à minha medida, conversamos de outra maneira.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

How ironic...

Ter tido que escrever/fazer um trabalho sobre e com base na blogosfera. E que muito provavelmente quem mo mandou, não sabe que leio blog's. E que tenho um. E que este...é meu!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Filmes (#42)


Aqui não há nada que lhe assente melhor: "Nem tudo o que parece é". E se do real do Woody sabemos nós pelas notícias que nos chegam, é díficil não encontrar semelhanças e pitadas do auto-biográfico. Não falo só da Mia Farrow, mulher, esposa nos dois. Nunca me convenceu aliás. Como actriz muito menos, falta-lhe quase tudo em questões sentimentais. Bom se calhar até não mas a mim não me chega nada.
Sally, I'm Sally...ou pelo menos parte dela, porque casada nunca fui.
Dos homens é fácil e prevísivel. Diz que na crise da meia idade, começam a olhar para raparigas muito mais novas na busca da juventude eterna. Só que depois acordam para o mundo real e dão-se conta de que se calhar a paixão não é mais importante que o amor, ou o companheirismo e a família.
O melhor de tudo ( e dito no próprio filme pela paixoneta jovial de Gabe) , é que o realizador transforma como ninguém o dramático em comédia. Quem é que pega na essência das relações humanas, nas traições, nos segredos, nas indecisões assim? Acabamos por nos rir e até desdramatizar aquilo que mais tememos. Muito provavelmente seriamos mais felizes assim, mas pela parte que me toca (e por enquanto)só mesmo no ecrã.
Genial, as always!