Ninguém tem insónias aos 18,19 anos. Eu que o diga que dormia que nem uma pedra, no verdadeiro sentido da palavra.
De há ano e pouco para cá, temos sido grandes amigas, íntimas até diria. Acho que elas só aparecem quando as responsabilidades também aparecem. Quando se começa a receber cartas em nosso nome com contas e (mais) contas para pagar.
É certinho direitinho, já dizia o outro.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Filmes (#41)

At last (e é como quem diz ontem) vi o "Sex and The City 2". Não me lembro das críticas que lhe foram feitas, se era melhor ou pior do que o primeiro, se tinha a mesma linha que a série and so on, so on...
Adorei. Tudo. Foi (quase sempre) uma risota perdida do principio ao fim. De NY (suspiro) desde o casamento dos melhores amigos das melhores amigas, das aventuras e do glamour a que já nos habituaram até ao anos 80, quando Carrie chega à cidade e conta como conheceu cada uma das amigas (hilariante). De Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde de princesas americanas passam a rainhas do Oriente.
A marca "Sex and the City" nunca pretendeu outra coisa senão fazer-nos sonhar, rir e passar umas horas a imaginar como seria perfeito passear por solo americano com uns Manolo nos pés (já que a calçada portuguesa não foi propriamente feita para saltos altos). Pelo meio e não faria sentido se assim não fosse, todas as questões, dúvidas, alegrias e crises femininas.
Para nós e sobre nós. Sobre o nosso happy end, seja ele qual for.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Tenho obrigação de vos dizer que isto é muito bom
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Margarida Rebelo Pinto
Sabem aquelas comichões que aparecem assim sem aviso, de repente e com tendência para ir piorando? É mais ou menos o que se tem sentido por aqui, a propósito não desta crónica, não sobre as críticas da mesma, mas sobre a crítica à própria da autora.
Esmiuçemos o caso. A Margarida Rebelo Pinto é o que é, como toda a gente. Amada por uns, odiada por outros, sendo que já deviamos nascer com o ensinamento de que nunca se irá agradar a gregos e troianos. Diz umas coisas acertadas de vez em quando, outras que o melhor era ter escrito num diário e guardá-las a sete chaves numa gaveta perdida algures num sotão esquecido pelo tempo. Este último caso aplica-se ao segundo exemplo, mas houve quem achasse que poderia pertencer ao primeiro.
O que me leva a não saber se ria ou ataque a maldita comichão é alguém perguntar (no seu blog claro) de forma tão surpreendida "mas quem é que compra os seus livros?". Uns pequenos dados estatísticos devem servir para responder. Ora se ela vive (só) da sua escrita, talvez queira dizer que venda qualquer coisinha. Ora se é uma das autoras portuguesas mais lidas e com vários best-sellers, talvez queira dizer qualquer coisinha?
Eu nunca comprei nenhum confesso, mas já li. Um que me foi oferecido num aniversário meu por um amigo e dois que me foram emprestados. Se os amei? Não amei, mas gostei. Se são os livros da minha vida? Não, não são, só que às vezes também me aptece algo mais light e descontraído.
O que é que eu achei afinal? Que não são maus. Não senhora. Se algum homem me disser que não gosta nada dos livros, não me vai dar nenhuma novidade. Mas uma mulher...? É que a Margarida é a autora dos clichés e qualquer rabo de saias adora aquelas frases feitas e aqueles pensamentos Romeu-Julieta. Principalmente as que dizem que não. E se calhar, até são essas que gritam, choram e se "descabelam" nos concertos do Tony Carreira. Mas ler um livro destes? Credo, qu'o horror!
Esmiuçemos o caso. A Margarida Rebelo Pinto é o que é, como toda a gente. Amada por uns, odiada por outros, sendo que já deviamos nascer com o ensinamento de que nunca se irá agradar a gregos e troianos. Diz umas coisas acertadas de vez em quando, outras que o melhor era ter escrito num diário e guardá-las a sete chaves numa gaveta perdida algures num sotão esquecido pelo tempo. Este último caso aplica-se ao segundo exemplo, mas houve quem achasse que poderia pertencer ao primeiro.
O que me leva a não saber se ria ou ataque a maldita comichão é alguém perguntar (no seu blog claro) de forma tão surpreendida "mas quem é que compra os seus livros?". Uns pequenos dados estatísticos devem servir para responder. Ora se ela vive (só) da sua escrita, talvez queira dizer que venda qualquer coisinha. Ora se é uma das autoras portuguesas mais lidas e com vários best-sellers, talvez queira dizer qualquer coisinha?
Eu nunca comprei nenhum confesso, mas já li. Um que me foi oferecido num aniversário meu por um amigo e dois que me foram emprestados. Se os amei? Não amei, mas gostei. Se são os livros da minha vida? Não, não são, só que às vezes também me aptece algo mais light e descontraído.
O que é que eu achei afinal? Que não são maus. Não senhora. Se algum homem me disser que não gosta nada dos livros, não me vai dar nenhuma novidade. Mas uma mulher...? É que a Margarida é a autora dos clichés e qualquer rabo de saias adora aquelas frases feitas e aqueles pensamentos Romeu-Julieta. Principalmente as que dizem que não. E se calhar, até são essas que gritam, choram e se "descabelam" nos concertos do Tony Carreira. Mas ler um livro destes? Credo, qu'o horror!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Diz que as noites de Domingo voltam a ser uma animação
Os Ídolos estão de volta.
Ora pelo que se viu ontem, os cromos continuam (e ainda bem, diga-se de passagem que sem eles não era a mesma coisa), o jurí continua igual e fiel a si mesmo (e ainda bem, diga-se de passagem que sem eles não era a mesma coisa) e vão aparecendo algumas vozes assim "do caraças" (e ainda bem, diga-se de passagem que sem eles não era a mesma coisa).
Novidades, novidades? Temos as "ai-Manel-só-vim-cá-para-te-pedir-um-autográfo-gosto-tanto-de-ti"; as "ai-Manel-tratava-já-te-ti-se-quisesses-era-uma-dieta-a-dois-que-te-punha-já-aí-um-modelo-digo-de-concorrer-ao-programa-dos-modelos" e na próxima semana (aguardamos com ânsia) "ai-Manel-és-o-amor-da-minha-vida-não-posso-continuar-a-viver-sem-ti-pelo-amor-da-santa-casa-te-já-comigo!".
Demos graças a deus pela loucura que desceu sobre as cabeças destas moças, pelos ricos domingos à noite que vamos ter por cá.
Ora pelo que se viu ontem, os cromos continuam (e ainda bem, diga-se de passagem que sem eles não era a mesma coisa), o jurí continua igual e fiel a si mesmo (e ainda bem, diga-se de passagem que sem eles não era a mesma coisa) e vão aparecendo algumas vozes assim "do caraças" (e ainda bem, diga-se de passagem que sem eles não era a mesma coisa).
Novidades, novidades? Temos as "ai-Manel-só-vim-cá-para-te-pedir-um-autográfo-gosto-tanto-de-ti"; as "ai-Manel-tratava-já-te-ti-se-quisesses-era-uma-dieta-a-dois-que-te-punha-já-aí-um-modelo-digo-de-concorrer-ao-programa-dos-modelos" e na próxima semana (aguardamos com ânsia) "ai-Manel-és-o-amor-da-minha-vida-não-posso-continuar-a-viver-sem-ti-pelo-amor-da-santa-casa-te-já-comigo!".
Demos graças a deus pela loucura que desceu sobre as cabeças destas moças, pelos ricos domingos à noite que vamos ter por cá.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Filmes (#40)
O meu blog é melhor que o teu (ler este título tal qual criança de quatro anos com um chupa-chupa maior que a coleguinha do lado)
Assim e só porque para além de este estaminé ser visitado por pesquisas como: "cabras de duas patas" e "livro como ser uma cabra" (basta aceder a estes posts e está lá tudo), "já não acredito em morrer de amores", "benfica e benfiquistas", "o que está na moda" etc e tal, é também visitado por uma data de gente dos States, da Argentina, Indonésia e cereja em cima do bolo da Mongólia...sim da Mongólia (deviam ter visto a minha cara de parva ao olhar para o mapa originário das minhas visitinhas).
Só acho uma pena, pois devem limitar-se a apreciar as imagens, já que o que escrevo não devem perceber grande coisa pois não?
Só acho uma pena, pois devem limitar-se a apreciar as imagens, já que o que escrevo não devem perceber grande coisa pois não?
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Filmes (#39)
Quando Sophie (Amanda Seyfried) pergunta a Charlie (Christopher Egan) se acredita no destino, pergunto-me a mim mesma porque será que ultimamente (praticamente) tudo o que leio ou vejo tem um dedo sobre Itália? Destino será que me estás a tentar dizer alguma coisa? Então ficas a saber que sim, amava percorrer la bella Itália de lés a lés, aterrar em Verona e de passo deixar uma carta para a Julieta, esperando uma resposta sobre o meu Romeu.
Passados 50 anos, Claire (Vanessa Redgrave) recebe a sua resposta e parte numa busca pelo seu amor perdido.
O filme é o típico chiclé do amor de juventude que resiste ao tempo, em que quase acreditamos que "se calhar desta vez não se encontram e não terminam juntos"...mas a vida troca novamente as voltas e lá estão eles cara-a-cara em busca de recuperar o tempo passado.
O melhor? Sophie. Começo a acreditar que este "pseudónimo" está carregado de boas energias para a actriz. Convém lembrar que ela já o tinha sido em "Mamma Mia". Gosto dela. Mesmo. Parece tão natural que se não soubesse que estava a actuar, acreditava que me estava a contar a sua vida e ela é que era a Julieta.
E claro, as paisagens entre Verona e Siena.
Se vale a pena? Não esperem o autêntico "Romeu e Julieta", mas como gostei bastante recomendo e ainda vos confidencio que temos direito a uma bela dose de romance e comédia.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
E porque na mesinha de cabeceira começou um novo livro
O "Dança, dança, dança" já foi (sai post assim que conseguir) e a minha estante está tão cheia que mal cabe um novo.
Esta era a solução perfeita, tipo dois em um, para além de prática tão mas tão gira!
Esta era a solução perfeita, tipo dois em um, para além de prática tão mas tão gira!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Coisas que nós, mulheres já deviamos ter aprendido...ou não!
"Ninguém toma o pequeno-almoço no Tiffany's e ninguém tem ligações inesquecíveis, pelo contrário tomamos o pequeno-almoço às sete da manhã e temos ligações que procuramos esquecer o mais rapidamente possível"
(Candace Bushnell "Sex and the City")
A tradição já não é o que era. Dizem que não.
Mas eu, por mais que cresça continuo a achar que alguns (ainda) se podem dar ao luxo de tomar o pequeno-almoço qual filme de glamour e elegância. E ter ligações que procuramos guardar o mais que pudermos.
Porém cada vez menos. Sem pôr culpas no tempo ou nas gerações. A culpa é nossa: das pessoas, assim em geral, por haver cada vez menos quem valha a pena, quem mereça o nosso tempo gasto neles.
No tempo "do mastiga e deita fora, sem demora" há que aprender a surfar consoante as ondas, pôr os cavalos brancos de lado ou não saimos vivo(a)s.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Prometo amar-te e respeitar-te
Basta que venhas ter comigo e seremos muito felizes juntinhas.
ps- Dado que a minha conta bancária não me permite desembolsar mais de mil euros por uma malinha, estou inteiramente ao dispôr Simone Camille (sim sei que me estar a ler neste momento) para me que envies uma e possa testar as suas capacidades e relatá-las ao mundo da blogosfera.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Filmes (#38)
Uma comédia daquelas leves, engraçadas e para passar um serão divertido. Ninguém imagina que ao apanhar algumas moedas da fonte do amor em Roma, vai fazer com que os seus donos se apaixonem por si como por magia pois não? E passem rapidamente a ser verdadeiros stalkers, sabendo todos os nossos passos e aparecendo em todo o lado por qualquer esquina de Nova Iorque.
História com o seu quê de originalidade e um (apetitoso) Josh Duhamel.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
I'ts Malinha baby
(via)Se estivesse a responder a um daqueles questionários-inquérito e a pergunta fosse sobre quais os lemas da nossa (minha) vida, este seria um deles. Arrependermo-nos daquilo que fazemos não, mas daquilo que não fizemos. Do tempo gasto sem vida, da folha em branco que ficou por preencher.
Se alterava alguma coisa passada? Sim.
Do que fiz? Não. Se voltasse atrás, as situações seriam as mesmas. Nessa altura não pensava da mesma forma como hoje penso, logo teria agido igual.
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