quarta-feira, 5 de maio de 2010

Filmes (#35)

Todos em uníssono: "Um grande salve para a dona deste blog que já pôs a saga vampiresca em dia".
Sexta, “Crepúsculo” e na semana seguinte, sexta também, “Lua Nova”. A história, continuo a dizer nada de especial. Um vampiro que se apaixona por uma humana e vice-versa. Só que ao contrário das lendas e mitos sobre eles, estes não põem os dentinhos de fora, mal lhes cheira a sangue fresco…quer dizer, quase todos!
Gostei logo do primeiro filme, confesso. Deixei que fosse mordida, assim um bocadinho. E ficou a curiosidade para o seguinte. Sobre o segundo apenas uma palavra: amei. Sim, sim e sim. Podia fazer uma lista enorme das minhas cenas preferidas, mas destaco a da (quase)-tentativa-de-suícidio-da-Bella-para-que-o-Edward-voltasse-a-salvasse-e-vivessem-felizes-para-sempre. Muito Romeu e Julieta (que adoro), modo século XXI.
E pronto, eis a hora em que me podem crucificar "eu bem te disse para veres malinha, eu avisei-te de que a história era linda, maravilhosa e viciante"…estou ao dispor.
Esqueci-me de falar da banda sonora não esqueci? Muito boa. Mesmo. Os Muse estão lá.

"Edward Cullen: Heaven.
Bella Swan: You have to move. Open your eyes, look at me. I'm alive. You have to move.
Edward Cullen: You're here.
Bella Swan: I'm here.
Edward Cullen: You're alive.
Bella Swan: Yes... I needed you to see me once. You had to know that I was alive. You didn't need to feel guilty about it. I can let you go now.
Edward Cullen: I could never let go of you. I just couldn't live in a world where you didn't exist.
Bella Swan: But you said...
Edward Cullen: I lied. I had to lie, and you believed me so easily.
Bella Swan: Because it doesn't make sense for you to love me. I'm nothing... Human. Nothing.
Edward Cullen: Bella, you're everything to me. Everything".
*(diálogo roubado descaradamente à Pinkk)

sábado, 1 de maio de 2010

Em alta rotação

Pralá de viciada nisto. Tem sido sempre a tocar nos últimos dias.
E para hoje, sábado à noite parece-me uma óptima banda sonora.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

"Jaguar"

É a nova aposta da Porto Editora e o primeiro livro de Pedro Baltasar. Um romance épico que mistura acção, riqueza, aventura e um amor impossível nos dias de hoje na cidade de Londres. Uma viagem pelo tempo, conduzida pelos protagonistas James Cadwell, tenente da Scotland Yard e por Daniela, misteriosa e bela descendente de uma antiga raça conhecida como os homens-jaguar.
Foi-me enviado simpaticamente pelo autor, o primeiro capítulo da obra. O mistério começa já aqui. Numa madrugada de Fevereiro de 2006. Onde uma mulher, aparentemente vítima de um assalto, inverte os papeís e contra-ataca sem explicação os assaltantes.
É já amanhã o seu lançamento para o qual fui convidada.
Lá estarei para conhecer os restantes mistérios de "Jaguar".

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Só mais uma sim?

Ontem ao fim da tarde, tive o privilégio de assistir em pleno a uma sessão fotográfica junto à praia. Os intervenientes escolheram como pano de fundo uma grande parede, neste caso pode dizer-se mesmo um mural, que separava a praia do passeio. Ainda vinha a uns largos metros quando vejo alguém de máquina em punho muito concentrado a tentar encontrar o melhor ângulo para a fotografia, enquanto o modelo se agarrava ferozmente à parede, enquanto lhe dava beijinhos e lhe piscava o olho.
Primeiro pensamento: Ok nada de dar estrilho, menina malinha. Passo e olho para o lado,para tentar evitar que me desatasse a rir. Provavelmente quando voltar para trás já nem sequer lá estão.
Resposta incorrecta. 10 minutos depois lá continuavam alegres e contentes. O primeiro a rodar e a alinhar a máquina como se não houvesse amanhã, o segundo continuava completamente "in love", beijinhos e abracinhos à parede, sendo que agora até a perna levantava para novas poses. Pronto, já não basta olhar para o lado tenho que morder o lábio e bem, ou desato mesmo às gargalhadas.
Acrescento que achei um piadão (adoro esta palavra e aproveito a ocasião para a usar) à roupa do fotografado: calça branca, camisola e ténis rosa, óculos brancos e pulseiras mais pulseiras não há.
Os minutos restantes até ao carro, foram bastante dolorosos: quase que não me aguentava a andar de tanto rir...

terça-feira, 27 de abril de 2010

O Blogger está a ver se perco a paciência

Ai está, está...estou há mais de 20 minutos para pôr um simples vídeo e nicles batatoides...

sábado, 24 de abril de 2010

Oh, gostei tanto!


E deu mesmo. Adorei os posts escolhidos, a voz da Catarina Miranda enquanto os lia e as músicas? Parece que foram escolhidas a dedo e por mim (mas não foram), eram todas do bom e do melhor. 1 hora do mais catita que há.
Beijinho bom à Comercial.
*Quem não ouviu repete amanhã no mesmo sítio, por volta das 9horas.

terça-feira, 20 de abril de 2010

(In)Confidências

Venho dizer-vos que nos próximos dois dias não vou pôr as mãos nas panelas (thank god). Já sabem, não gosto de cozinhar, é um sacrifício. Assim que ganhar o euromilhões (depois de começar a jogar claro), a primeira medida é contratar um chef. Assim uma éspecie de José Avillez com um tempero de Chacal, para me fazer umas comidinhas boas e apetitosas todos os dias. Já me estou a ver de lista, a dizer "olhe querido, para hoje pode ser um arroz de marisco, com uma salada e uma baba de camelo para sobremesa sim? Ah, e não se esqueça do meu cappucino".
Começo a achar que fiz mal em não ter cedido aos avanços de um...ou talvez não! Que ele era um grande fofo era, mas também um cabrão de primeiro grau. Depois já se vê, ia dar chatice claro. Ele dizia que sempre foi muito mulherengo e não tinha culpa disso. Depois, era eu a dizer-lhe para se pôr a milhas, a acertar-lhe na cara e que a mão me tinha escapado e não tinha culpa disso.
E pronto, vou aproveitar as minhas 48 horas de descanso da cozinha. Ofereço os meus préstimos como ajudante, porque sim e porque o dia me correu tão bem, mas tão bem que se calhar ainda descasco umas batatas...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Filmes (#34)


O Nicholas Sparks é o autor por excelência que nos põe a chorar "baba e ranho". Dizem que os homens são uns insensíveis e blá blá blá wiskas saquetas , mas as grandes histórias de lágrima ao canto do olho são quase todas escritas por eles. Se as cartas são sempre um elo de ligação entre os protagonistas, o Dear John não é excepção. Foi através delas que Savannah e John encurtaram distâncias. Depois de duas semanas juntos, ele partiu novamente para a guerra, enquanto ela regressou à Universidade. E foi também através delas, que se separam. Sim, Savannah acaba por casar com Tim. E já habituados aos seus finais, apesar da separação a história de amor não tinha terminado.
As críticas dizem que o filme não supera o livro. Mas isso é alguma novidade? É raro haver algum que o supere. Não amei, mas gostei bastante. E muito por conta do próprio actor, que encarna só assim o papel do autêntico prince charming.
O meu preferido continua a ser o The notebook. Perfeito é pouco para o descrever, tanto o livro como o filme.