quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Mea culpa, mea culpa vamos lá pôr os pontos nos is

Como já disse algures não sou fã do Twitter. Terça decidi criar uma página no facebook para os leitores-comentadores-seguidores-"fãs"...para mandar uns bitaites, trocar umas ideias, estabelecer uns tête-à-tête etc e tal, complementares ao blog. O certo é que em apenas dois dias já recebi vários friend requests um bocadinho duvidosos. Não aceito esses pedidos.
Apesar do perfil ter o mesmo nome que assino os posts, não revelar mais dados pessoais do que já comentei, o mesmo é dirigido aos bloggers.
Mea culpa por não ter referido esse pequeno (grande) pormenor, pedindo desde já desculpa por ter rejeitado alguns que não se enquadram nesses parâmetros. Sendo assim, peço-vos um favorzinho rápido, barato e que dá direito a um accept: se não estiverem a usar o mesmo nome nem o link do blog visível, tiverem o vosso verdadeiro ou outro qualquer, basta identificarem-se como leitores. É só dizer que são frequentadores aqui da casa e problema resolvido boa?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Cansada, exausta,exaurida e companhia limitada

Há pouco, bem poucochinho, antes de chegar a casa, numa estrada qualquer não se deparavam com um carro a conduzir praticamente sozinho, com uma cabeça a cair em cima dele...Uns olhos quase a precisar de um par de palitos para não se fecharem. Ligar a órbital, assim no volume máximo é remédio santo. Diz que andar de um lado para o outro (dia agitado o de hoje), com o belo do salto alto na nossa calçada é obra. Acho que já merecia uma nomeação para os óscares não? Bom e agora vou ali ver "A princesa e o sapo", isto se não adormecer entretanto claro...

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Do meu lado tradicionalista

Gosto de tradições. Gosto do seu encanto e do lugar que ocupam na minha vida. Muitas vezes me dizem que devo ter uma costela invulgar por gostar e manter certos hábitos, contrastando com a minha aparência moderna, citadina e "pipi"*. Há coisas que não me convencem por mais que a tecnologia e a ciência evolua. Talvez seja por eu ser de letras...ou talvez não. Isto de quererem alterar por completo a magia de certas coisas de que gosto muito, provoca-me uma certa urticária. Como já tudo ou praticamente tudo foi inventado, foram numa de inventar o ipad. Desculpem lá mas isto faz algum sentido? Tenho para mim que o chinês que inventou o papel e o Gutenberg devem estar neste instante às voltas na tumba. Do que eu gosto é de ir ao quiosque ou à minha papelaria e comprar o jornal. De chegar a casa e ler as notícias na minha mão e sentir o papel. O mesmo se aplica às revistas. E aos livros. Não sei se serei capaz de ler um livro num computador. Nunca digo nunca, (é daquelas palavrinhas que foi censurada no meu dicionário) mas vai ser complicado para me convencer. Lá está eu gosto do papel, de lhe tocar, de ler o que lá está escrito, já basta fazer algumas consultas on-line (onde muitas vezes imprimo para conseguir ler tudo), usar o mail e as redes sociais que sim dão imenso jeito para manter o contacto. Agora passar a ler tudo desta forma, não gosto, não quero e não quero! E se algum engraçadinho vier com uma ideia estapafúrdia de acabar com o papel, é favor organizar um motim ou um protesto.

* que é como quem diz: uma-mistura-de-betinha-com-uma-pitada-de-tia ;)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

...

Melhor capa da Rolling Stone dos últimos tempos. Não sou menina para gostar de tatuagens até mais não, mas há raras excepções e esta é uma delas. Giro que doí, cheio de estilo e óptima música.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Mais um bilhete (só) de ida sff

Depois da Maitê e do seu "bonito" momento que todos ficamos a conhecer há uns meses, desta vez vem a Marta Leite Castro dar mais um ar da sua já pouca graça. Acho que ainda não dito, mas ela é das felizes contempladas que se insere nos meus odiozinhos de estimação. Deixei mesmo de ver o "Só Visto", quando passou a apresentadora.
Disse então o seguinte "O meu avô emigrou para aqui [Brasil] nos anos 40. O meu pai nasceu aqui e foi-se embora há uns trinta anos. Foi quando eu nasci. Então houve aqui um erro crasso, eu fui nascer para Portugal, quando eu queria ter nascido aqui”. Bom, nascer outra vez já não é possível, mas podemos com o maior agrado fazer uma vaquinha entre todos e comprar um bilhete só de ida. Aliás até a acompanhamos à Portela para ter mesma a certeza que de vai e já não volta. Show di bola, não Martinha?



E mais alguns disparates da mesma, tudo explicadinho aqui.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Preocupações conjugais


(By: Maitena)

Projecto 52 #uma foto por semana

A ideia começou no Flickr com o projecto 365. Depressa se espalhou para outras redes e para a blogosfera. O objectivo era durante um ano, colocar 365 fotos, ou seja, uma foto por dia. Como por vezes não há tempo, nada de interessante ou mesmo esquecimento, decidi que o estaminé iria aderir ao projecto 52. Um ano, 52 fotos, uma por semana.
Nos próximos dias, teremos a primeira.

sábado, 30 de janeiro de 2010

"Eleven minutes"

Desde o ano passado, que tenho vindo "a descobrir" novos autores. O primeiro deste ano, foi Paulo Coelho. Na faculdade ,uma colega já tinha lido quase todos e constantemente me recomendava. Mas com outras leituras obrigatórias desses anos e com mais algumas ao longo destes, foi sempre ficando para trás. Resolução do ano novo? Pegar finalmente no "Eleven minutes" comprado há uns tempos e esquecido na estante. Não sei porquê mas decidi trazê-lo em inglês, tudo me soava muito melhor.
Conclusão? Praticamente 300 páginas lidas à velocidade de um furacão. Nunca me tinha passado pela cabeça, gostar tanto de ler este livro. Não era o que idealizava, é tudo muito melhor. Sabem aquele impulso de acabar um capítulo e voltar algumas páginas para reler novamente? E como além de bonitinho, bem escrito, faz todo o sentido? E perguntarmos mas o que é a minha vida tem a ver com a de Maria, uma brasileira que se torna prostituta em Genebra? Até aí, nada. Não sou prostituta e não emigrei para a Suiça. Mas tal como ela, sou mulher e isso é de longe a tarefa mais complicada de viver. Isto não é um livro de auto-ajuda (como muitas vezes ouvi rotular o autor e talvez por isso nunca tenha pegado num...) É uma viagem ao encontro da nossa essência, da condição humana e da realização dos nossos sonhos. Por mais fria e insensível que uma mulher possa parecer, ninguém pode negar que todas procuramos o mesmo: ser feliz seja qual for o caminho que escolhemos. Isto também não é o kamasutra. Sim a personagem principal, usa o corpo em troca de dinheiro, podemos ler algumas passagens sexualmente explícitas, mas "my aim is to understand love...and although I suffer to think of the people to whom I gave my heart, I see that those who touched my heart failed to arouse my body, and that those who aroused my body failed to touch my heart" (Maria)

Ps- A pedido dos leitores, teremos sempre um post sobre os livros que vou lendo (uma espécie de home reading) happy?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Filmes (#28)

Antes de ir ver o filme, decidi reler nos primeiros dias do ano o livro que há muito tenho na minha biblioteca particular. Nunca mais lhe tinha pegado e segundo algumas críticas os personagens estariam algo diferentes no cinema. Resultado? Guy Ritchie acrescentou alguns músculos e "poderes de punho" ao Sherlock Holmes. A perspicácia, a eloquência, a inteligência e o racíocinio continuam lá, acompanhadas desta vez de muito humor e sarcasmo. Se o objectivo era refrescar a imagem do detective, foi muito bem conseguido. Robert Downey Jr. não podia ter tido melhor interpretação. O trailer não é uma boa amostra do filme. Apesar de o argumento não ser tão bom como no livro (o típico portanto!), vale a pena vê-lo. É uma lufada de ar fresco, na imagem tradicional que temos.

"Madame, I need you to remain calm and trust me, I’m a professional. Beneath this pillow lies the key to my release.’" Sherlock Holmes