Depois da Maitê e do seu "bonito" momento que todos ficamos a conhecer há uns meses, desta vez vem a Marta Leite Castro dar mais um ar da sua já pouca graça. Acho que ainda não dito, mas ela é das felizes contempladas que se insere nos meus odiozinhos de estimação. Deixei mesmo de ver o "Só Visto", quando passou a apresentadora.
Disse então o seguinte "O meu avô emigrou para aqui [Brasil] nos anos 40. O meu pai nasceu aqui e foi-se embora há uns trinta anos. Foi quando eu nasci. Então houve aqui um erro crasso, eu fui nascer para Portugal, quando eu queria ter nascido aqui”. Bom, nascer outra vez já não é possível, mas podemos com o maior agrado fazer uma vaquinha entre todos e comprar um bilhete só de ida. Aliás até a acompanhamos à Portela para ter mesma a certeza que de vai e já não volta. Show di bola, não Martinha?
E mais alguns disparates da mesma, tudo explicadinho aqui.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Projecto 52 #uma foto por semana
A ideia começou no Flickr com o projecto 365. Depressa se espalhou para outras redes e para a blogosfera. O objectivo era durante um ano, colocar 365 fotos, ou seja, uma foto por dia. Como por vezes não há tempo, nada de interessante ou mesmo esquecimento, decidi que o estaminé iria aderir ao projecto 52. Um ano, 52 fotos, uma por semana.
Nos próximos dias, teremos a primeira.
Nos próximos dias, teremos a primeira.
sábado, 30 de janeiro de 2010
"Eleven minutes"
Desde o ano passado, que tenho vindo "a descobrir" novos autores. O primeiro deste ano, foi Paulo Coelho. Na faculdade ,uma colega já tinha lido quase todos e constantemente me recomendava. Mas com outras leituras obrigatórias desses anos e com mais algumas ao longo destes, foi sempre ficando para trás. Resolução do ano novo? Pegar finalmente no "Eleven minutes" comprado há uns tempos e esquecido na estante. Não sei porquê mas decidi trazê-lo em inglês, tudo me soava muito melhor.

Ps- A pedido dos leitores, teremos sempre um post sobre os livros que vou lendo (uma espécie de home reading) happy?
Conclusão? Praticamente 300 páginas lidas à velocidade de um furacão. Nunca me tinha passado pela cabeça, gostar tanto de ler este livro. Não era o que idealizava, é tudo muito melhor. Sabem aquele impulso de acabar um capítulo e voltar algumas páginas para reler novamente? E como além de bonitinho, bem escrito, faz todo o sentido? E perguntarmos mas o que é a minha vida tem a ver com a de Maria, uma brasileira que se torna prostituta em Genebra? Até aí, nada. Não sou prostituta e não emigrei para a Suiça. Mas tal como ela, sou mulher e isso é de longe a tarefa mais complicada de viver. Isto não é um livro de auto-ajuda (como muitas vezes ouvi rotular o autor e talvez por isso nunca tenha pegado num...) É uma viagem ao encontro da nossa essência, da condição humana e da realização dos nossos sonhos. Por mais fria e insensível que uma mulher possa parecer, ninguém pode negar que todas procuramos o mesmo: ser feliz seja qual for o caminho que escolhemos. Isto também não é o kamasutra. Sim a personagem principal, usa o corpo em troca de dinheiro, podemos ler algumas passagens sexualmente explícitas, mas "my aim is to understand love...and although I suffer to think of the people to whom I gave my heart, I see that those who touched my heart failed to arouse my body, and that those who aroused my body failed to touch my heart" (Maria)

Ps- A pedido dos leitores, teremos sempre um post sobre os livros que vou lendo (uma espécie de home reading) happy?
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Filmes (#28)
"Madame, I need you to remain calm and trust me, I’m a professional. Beneath this pillow lies the key to my release.’" Sherlock Holmes
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
State of mind:
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Confidências
Tenho um ligeiro ódio de estimação pelas segundas e pelos domingos. Segundas porque penso sempre na quantidade de coisas que devo fazer durante a semana. Domingo, porque constato a quantidade de coisas que ficaram por fazer durante a semana.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Filmes (#27)
Duas amigas americanas. Um Verão em Barcelona. Um Woody Allen que mais uma vez surge com um filme sobre a vida, os seus actores, as suas vivências, os encontros e desencontros em busca da felicidade. Um anti-comédia-romântica-em-que-o-príncipe-encantado-surge-num-cavalo-branco-e-vivem-felizes-para-sempre. Um olhar leve e solto sobre a descoberta do amor. Ou será paixão? Daquela arrebatadora, que vêm sem pedir licença e põe em causa todas as certezas até então? Ou daquela que "não mata, mas mói"? Nem a próposito de Vicky e Cristina respectivamente. Que como amor(es) de Verão, nos fazem perceber que talvez não devemos planear a nossa vida ao pormenor, porque a mesma já pode ter outros planos para nós."Por qué, tanto perderse / tanto buscarse, sin encontrarse / Me encierran los muros de todas partes / Barcelona...Te estás equivocando / no puedes seguir inventando / que el mundo sea otra cosa / y volar como mariposa / Barcelona... "
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Laurent Filipe vs Pedro Mendes
Venho partilhar este mixed feeling que me acompanha desde os castings. Fazem os dois parte do jurí, já isso sabem. Que o Laurent é adorado por todos e o Pedro não, também já não é novidade. Ora lá está a questão, é que eu não partilho propriamente da mesma opinião. Esmiucemos então o porquê : O Laurent não se enquadra nos padrões físicos que me agradam no sexo oposto, à excepção dos olhos. Já o Pedro anda lá perto. Ambos não diferem muito quanto à forma de vestir, mas prefiro a postura e a descontracção do Pedro. O Laurent esbanja simpatia, o Pedro põe as garras de fora quando é preciso e isso são características de que gosto. O Laurent é demasiado transparente, enquanto que do Pedro podemos esperar sempre surpresas, implicando também o lado negativo.
Se fosse concorrente, o meu voto iria para o Laurent, pelos seus conhecimentos e habilitações na área. Na vida real, para o Pedro. Ele tem aquele "qualquer coisa" que não se consegue explicar...
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