sábado, 30 de janeiro de 2010

"Eleven minutes"

Desde o ano passado, que tenho vindo "a descobrir" novos autores. O primeiro deste ano, foi Paulo Coelho. Na faculdade ,uma colega já tinha lido quase todos e constantemente me recomendava. Mas com outras leituras obrigatórias desses anos e com mais algumas ao longo destes, foi sempre ficando para trás. Resolução do ano novo? Pegar finalmente no "Eleven minutes" comprado há uns tempos e esquecido na estante. Não sei porquê mas decidi trazê-lo em inglês, tudo me soava muito melhor.
Conclusão? Praticamente 300 páginas lidas à velocidade de um furacão. Nunca me tinha passado pela cabeça, gostar tanto de ler este livro. Não era o que idealizava, é tudo muito melhor. Sabem aquele impulso de acabar um capítulo e voltar algumas páginas para reler novamente? E como além de bonitinho, bem escrito, faz todo o sentido? E perguntarmos mas o que é a minha vida tem a ver com a de Maria, uma brasileira que se torna prostituta em Genebra? Até aí, nada. Não sou prostituta e não emigrei para a Suiça. Mas tal como ela, sou mulher e isso é de longe a tarefa mais complicada de viver. Isto não é um livro de auto-ajuda (como muitas vezes ouvi rotular o autor e talvez por isso nunca tenha pegado num...) É uma viagem ao encontro da nossa essência, da condição humana e da realização dos nossos sonhos. Por mais fria e insensível que uma mulher possa parecer, ninguém pode negar que todas procuramos o mesmo: ser feliz seja qual for o caminho que escolhemos. Isto também não é o kamasutra. Sim a personagem principal, usa o corpo em troca de dinheiro, podemos ler algumas passagens sexualmente explícitas, mas "my aim is to understand love...and although I suffer to think of the people to whom I gave my heart, I see that those who touched my heart failed to arouse my body, and that those who aroused my body failed to touch my heart" (Maria)

Ps- A pedido dos leitores, teremos sempre um post sobre os livros que vou lendo (uma espécie de home reading) happy?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Filmes (#28)

Antes de ir ver o filme, decidi reler nos primeiros dias do ano o livro que há muito tenho na minha biblioteca particular. Nunca mais lhe tinha pegado e segundo algumas críticas os personagens estariam algo diferentes no cinema. Resultado? Guy Ritchie acrescentou alguns músculos e "poderes de punho" ao Sherlock Holmes. A perspicácia, a eloquência, a inteligência e o racíocinio continuam lá, acompanhadas desta vez de muito humor e sarcasmo. Se o objectivo era refrescar a imagem do detective, foi muito bem conseguido. Robert Downey Jr. não podia ter tido melhor interpretação. O trailer não é uma boa amostra do filme. Apesar de o argumento não ser tão bom como no livro (o típico portanto!), vale a pena vê-lo. É uma lufada de ar fresco, na imagem tradicional que temos.

"Madame, I need you to remain calm and trust me, I’m a professional. Beneath this pillow lies the key to my release.’" Sherlock Holmes

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

State of mind:


Porque sim. Um daqueles dias de alto-altral, com tudo em cima, de bem com a vida e com mais de mil e uma coisa que me fazem sentir especial ;)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Confidências

Tenho um ligeiro ódio de estimação pelas segundas e pelos domingos. Segundas porque penso sempre na quantidade de coisas que devo fazer durante a semana. Domingo, porque constato a quantidade de coisas que ficaram por fazer durante a semana.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Filmes (#27)

Duas amigas americanas. Um Verão em Barcelona. Um Woody Allen que mais uma vez surge com um filme sobre a vida, os seus actores, as suas vivências, os encontros e desencontros em busca da felicidade. Um anti-comédia-romântica-em-que-o-príncipe-encantado-surge-num-cavalo-branco-e-vivem-felizes-para-sempre. Um olhar leve e solto sobre a descoberta do amor. Ou será paixão? Daquela arrebatadora, que vêm sem pedir licença e põe em causa todas as certezas até então? Ou daquela que "não mata, mas mói"? Nem a próposito de Vicky e Cristina respectivamente. Que como amor(es) de Verão, nos fazem perceber que talvez não devemos planear a nossa vida ao pormenor, porque a mesma já pode ter outros planos para nós.

"Por qué, tanto perderse / tanto buscarse, sin encontrarse / Me encierran los muros de todas partes / Barcelona...Te estás equivocando / no puedes seguir inventando / que el mundo sea otra cosa / y volar como mariposa / Barcelona... "

Querem uma definição da minha vida? (II)

(daqui)

De há uns anos para cá...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Laurent Filipe vs Pedro Mendes

Venho partilhar este mixed feeling que me acompanha desde os castings. Fazem os dois parte do jurí, já isso sabem. Que o Laurent é adorado por todos e o Pedro não, também já não é novidade. Ora lá está a questão, é que eu não partilho propriamente da mesma opinião.
Esmiucemos então o porquê : O Laurent não se enquadra nos padrões físicos que me agradam no sexo oposto, à excepção dos olhos. Já o Pedro anda lá perto. Ambos não diferem muito quanto à forma de vestir, mas prefiro a postura e a descontracção do Pedro. O Laurent esbanja simpatia, o Pedro põe as garras de fora quando é preciso e isso são características de que gosto. O Laurent é demasiado transparente, enquanto que do Pedro podemos esperar sempre surpresas, implicando também o lado negativo.
Se fosse concorrente, o meu voto iria para o Laurent, pelos seus conhecimentos e habilitações na área. Na vida real, para o Pedro. Ele tem aquele "qualquer coisa" que não se consegue explicar...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Weekend

Fora de casa. Sem stress, sem horários, sem preocupações. Só me lembrei que hoje (já) era segunda quando o despertador tocou.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Filmes (#26)

"This is not a love story. It is a story about love".
Das melhores comédias românticas que vi.
Amei!