quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Malinha e suas manias

O desafio veio daqui e consiste em revelar 5 manias nossas:

  1. Das limpezas (em tudo e mais alguma coisa...);
  2. Calço sempre o pé direito primeiro e só depois o esquerdo;
  3. Ter sempre as mãos arranjadas;
  4. Pontualidade (odeio chegar atrasada, emboras às vezes aconteça);
  5. Das malas (ora algo que ninguém sabe ;) )

*Por esses lados, muitas manias?

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Filmes (#22)

Não sendo grande fã de punk rock e em especial dos Joy Divison (banda mítica britânica dos anos 70), arrisquei ver este filme-biografia do vocalista da mesma, Ian Curtis.
Igualmente a preto e branco (pura coincidência com o do post abaixo), conta com a brilhante prestação de Sam Ridley como protagonista. Tão brilhante que não conhecendo praticamente nada sobre Ian é incrível não só as parecenças físicas entre ambos, como as actuações do filme parecem na realidade as do próprio cantor.
Baseado em testemunhos e na obra "Touching from a distance", a história de vida deste tipo alto e esquisito, como era conhecido, tocou-me de uma forma quase sufocante. É impossível não querer entrar ecrã adentro e mudar o rumo de Ian. É impossível não viver o sofrimento porque passava, lutando diariamente contra a epilepsia, as pressões e o sucesso repentino da banda, o coração divido entre duas mulheres, levando-o a pôr termo à vida com apenas 23 anos. Uma curta e angustiante existência para um grande, gigantesco talento.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Filmes (#21)


A cidade que dá nome ao filme, é palco da história de Isaac Davis (Woody Allen). Um homem de meia-idade que detesta o seu trabalho e vê na sua relação com Tracy, uma estudante de 17 anos uma escapatória e companhia para troca de ideias sobre os seus dramas pessoais, a vida e a sociedade nova-iorquina. Ao conhecer a amante do melhor amigo, envolve-se num trio amoroso, apaixonando-se perdidamente pela intelectualidade e beleza de Mary (Diane Keaton).
Num filme a preto e branco, imortalizando NY, Woddy utiliza Manhattan como uma métafora para todos os erros e consequências da nossa cultura. Apesar de 30 anos passados sobre a sua realização, o retrato dos relacionamentos falhados, a busca na satisfação do "eu", as questões e dúvidas no consumo de uma sociedade moderna, continuam a ser tão actuais como hoje.
Para ver e rever, acabamos por nos identificar com algumas das personagens. Marca Woody é qualidade-mais-que-garantida!

Déjà visité?

"Essa sensação é menos comum e envolve um estranho conhecimento de um novo lugar. Quem passa por essa situação, pode conhecer tudo a sua volta em uma cidade que nunca tenha visitado antes. E ao mesmo tempo saber que isso não seria possível.
Sonhos, reencarnação e até uma "viagem fora do corpo" não estão excluídas da lista de possíveis explicações para esse fenômeno..." (Wikipédia)


Após meses de alguma inquietação, por pensar que estaria pela primeira vez a viver o tão aconhecido déjà vu, descubro através de uma pesquisa que estou numa fase de déjà visité.
A situação é basicamente esta. Nunca estive no Brasil, mais concretamente em São Paulo. Daí como explicar que acompanhada de mais 3 familiares, tenha recordações e sonhos dos arredores da cidade, como se efectivamente lá tivesse estado?
Conseguir detalhar a partida desde o aeroporto da Portela, as horas passadas no avião, o pequeno atraso comunicado pelo piloto ao aterrar em solo brasileiro, a chegada ao hotel, o quarto com duas camas em paralelo viradas para a casa-de-banho, a porta do mesmo que dava acesso ao corredor do andar rodeado de paredes amarelas, as subidas e descidas no elevador, os pequenos-almoços na mesa junto às flores do canto da sala de refeições, a praia, a saia e os chinelos que me acompanhavam, as compras na loja de recuerdos e a ajuda da empregada a escolher biquinis e colares, os passeios pelas ruas da cidade, assim como o retorno a Portugal no aeroporto de São Paulo. Tudo-isto-e-muito-mais...Com pormenores e exactidão díficeís de explicar.
Curioso, é que esta nunca foi uma cidade que quisesse visitar. Nunca fiz qualquer pesquisa, li guias, não tão pouco vi fotos! Dizer que "nunca estive no Brasil" é algo que além de não soar bem, não sai assim tão facilmente. Tão esquisito, mas tão esquisito que nem me atrevo a perguntar a quem comigo "estava" se lá estivemos mesmo esses dias...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Oposição

Há pessoas que falam muito para apenas dizer meia dúzia de coisas.
Já eu, prefiro poucas palavras, mas que estas sirvam para dar sentido a muitas.

*"As palavras são como moedas: uma pode valer por muitas, e muitas não valer por uma"
(Quevedo)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Hoje estou assim

A brincar ao joguinho do faz-de-conta

A blogosfera e as suas (maravilhosas) surpresas:

"Ela é do tamanho que ela vê, e não do tamanho de sua altura, como bem disse Fernando Pessoa. Tem potencial para fazer coisas incríveis. Seu blog é uma montanha russa. Nunca passo mal. Falo de 360º". (JJ)
Bigada ao Emerson pelas palavras e pela imagem. Show di bola! ;)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Do passado ao futuro

Onze e meia: meia hora
para acabar este dia.
Meia hora ainda é hoje.
Meia hora é amanhã.

(...)

Às onze e meia
esperamos por amanhã.
Chega a noite para a ceia
com dois pezinhos de lã.

Feitos aqui e agora.

Quando falta meia hora
para acabar o passado.

(Joaquim Pessoa)

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Perguntinha

Quando se conhece a cara (antes anónima) por detrás dos posts, continua-se a ler o blog ou passa-se a ler o blogger?

segunda-feira, 23 de novembro de 2009