sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Se fosse alguma coisa de útil para a sociedade

Esqueçam a Elsa, O Kléber e o casamento que sai e não sai, blá blá blá...
Então não é que hoje, desperto para a blogosfera com a notícia de que houve uma blogger que lançou uma petição on-line para a Fashion Clinic oferecer uns Louboutins à Pipoca para o casamento. E agora vocês dizem: "Ó malinha repete lá isso?" Uma blogger lançou uma petição on-line para oferecerem uns Louboutins à Pipoca para o casamento. "Ó malinha, és muito engraçada, mas hoje não é dia 1 de Abril" E digo-vos que fui realmente conferir ao calendário (para ver se também estava enganada), mas afinal hoje é mesmo dia 23 de Outubro.
Ora eu, parvinha, já vi, a pensar que se faziam petições para assuntos de interesse e importância para o país e afinal não. Ou se calhar ando enganada e isto é que é mesmo revelante para o combate à crise e para o crescimento económico...será que ando assim tão desactualizada??
Muito provavelmente, neste momento o que passa por algumas cabecinhas é "ai que mazinha, não gostas da Pipoca é?"
Eu respondo: se repararem bem, o blog dela está nos links aqui da casa, logo é um sítio que visito e gosto. Mas, este apelo de emergência nacional lançado no dito blog é de um absurdo sem qualificação. Se fosse utilizado para apelar que o dinheiro dos sapatinhos reverte-se a favor de instituições, onde centenas de pessoas vivem na miséria, onde mal têm para comprar uns na feira, isso é que era de valor! Como diria o Nuno Lopes, isso é que era útil para a sociedade get it?

* Aliás, a própria Pipoca não sabia da petição até há pouco, creio que ficou tão espantada quanto nós. Nem ela se tinha lembrado de tal. Uma coisa é a marca decidir patrocinar, simplesmente porque lhe dá na real gana outra é alguém achar que a Pipoca casar sem uns Louboutins não é a mesma coisa, enfim tem muito que se diga.
*Ok, é apenas uma brincadeira, mas a brincar a brincar...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Untitled

Já repararam que todas as histórias começam com um "era uma vez..." ou "tudo começou...". Pois bem, esta começa com "tudo acabou...", não "tudo não acabou..." ou será "tudo o que devia ter acabado..." Bem na verdade, não sei ao certo qual o melhor começo. Estou indecisa.
Esta não é a história, é uma história. Uma sem idade, sexo, grau de escolaridade ou estrato social. Cada um que a encaixe em quem melhor se lhe adapte.

Quando estava fora, ausente, a muitos kilometros de distância, percebi que tinha tomado a opção certa. Não podia continuar a viver naquela ilusão.
Se passavam dois dias sem me veres, ao terceiro abraçavas-me como só tu sabias e não paravas de sussurrar "por onde é que andaste? já tinha tantas saudades tuas!". Mas naqueles meses, não recebi nenhum abraço, telefonema, sms, email e muito menos um postal ou uma carta. Sim, porque hoje em dia, já ninguém tem pachorra para pegar numa caneta, escrever a contar as novidades como antigamente, fechá-la num envelope, pôr um selo, colocá-la nos correios e esperar que chegue ao destinatário. Isto das novas tecnologias é muito bom. Podemos comunicar em tempo real e sem espera. Mas a carta tem outro sabor. Já tenho saudades de receber uma carta.
Quando voltei, disse para comigo que estava "curada".Vinha renovada, com novas experiências e outras vivências. Absorvias tanto de mim, as minhas energias estavam tão concentradas em ti, para e por ti, que me esquecia do mundo lá fora. Quando não estavas não era a mesma coisa. Era como se aqueles momentos fossem vividos a meio gás. Mas agora, a coisa ia ser diferente.
Não te liguei, não te informei que já tinha pisado solo português. Ficaste todo o verão sem me pôr a vista em cima. Sei que perguntaste por mim a amigos em comum, mas alguns também não sabiam por onde andava. Tinha decidido afastar-me e esquecer-me da tua marca.
No fim do verão, voltei a ir-me embora. Nos primeiros dias recebo o teu único e último sms onde mais uma vez me perguntavas "onde é que tens andando?já tenho tantas saudades tuas!". Mas desta vez soou-me mal. Soube-me a azedo. Decidi testar-te e reprovaste no exame. Sim fui-me embora, mas não desapareci do mapa, apenas mudei de país. Tinhas passado meses sem dar sinal de vida e num minuto qualquer, de um dia algures no Outono, foste capaz de te lembrar que tinhas saudades minhas.
A partir daquele dia nunca mais te telefonei. Nunca mais te mandei uma sms ou um email. Da tua parte também não recebi nada. Só um beijinho que mandaste através de uma amiga quando a encontraste na noite. Não percebo como é que se pode esquecer ou fingir que se esquece alguém que fez parte da nossa vida durante tantos anos. Como o quanto éramos especiais um para o outro, sem nunca termos assumido nada e pouca gente saber da nossa química. Talvez a culpa também tenha sido minha. Fui demasiado branda e de repente fartei-me das tuas constantes desculpas alcoólicas para tudo. Sim porque tu dizias-me "sabes que eu gosto muito de ti, não sabes? Mesmo muito..."
Nunca te disse nada e provavelmente não o chegarás a saber. Não sei se o que havia acabou ou não. Não se pode acabar algo sem lhe pôr definitivamente um ponto final. E, muito sinceramente acho que na nossa pontuação ficou uma vírgula. Uma coisa é certa, hoje não passas de uma recordação, os meus sentimentos mudaram e as minhas vontades também.
Amanhã, se por acaso, nos cruzarmos de novo, logo se verá. Talvez possamos recomeçar uma nova amizade, em que possamos compartilhar e falar sobre o sexo oposto sem entraves, ciúmes ou medos. Ou talvez não...

*Não se esqueçam que isto é apenas uma história, entre muitas que diariamente começam a ser escritas sem saber que final irão ter.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Eu gosto...porque sim

Adoro o Verão. O sol, a praia...ai a praia!
Mas quem me conhece sabe que sempre tive uma paixão secreta pelo Outono/Inverno. Não naturalmente pelo frio, pela chuva e pelo vento que em particular detesto, mas sim pelas roupinhas que se podem usar nesta estação. Os casacos, as camisolas de gola alta, as botas, os cachecóis, os chapéus e gorros que eu uso e abuso sem arrependimento nenhum.
É por esta altura que a carteira mais reclama e que a conta bancária sofre um "pequeno sismo", mas o closet esse sim adora e recebe de braços bem abertos os novos inquilinos.
Não sei se é desta, mas parece que hoje, pela capital foi oficialmente inaugurado o Outono.
E nós damos-lhe as boas-vindas.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Homens vs Mulheres

A eterna guerra dos sexos. Desde sempre e (desconfio) que para sempre. O perfeito mote para "os homens são de Marte e as mulheres de Vénus".
A única conclusão no meio de todas as questões e dúvidas postas em causas é que haverá sempre coisas que nós mulheres fazemos que vocês homens nunca vão perceber, assim como haverá sempre coisas que vocês homens fazem que nós mulheres nunca iremos perceber.
Pois que hoje, recebida há pouco por e-mail, me chega uma imagem que prentende "falar" por mais de mil e uma palavras. Dizem ser a prova científica da verdadeira diferença entre homens e mulheres, para além das físicas logicamente.
Ao vê-la a primeira coisa que pensei foi "mas afinal são assim todos tão limitados e básicos?" Se por algum acaso houver algum elemento do sexo masculino que não se inclui nesta amostra é favor marcar a sua posição!
Escusado será dizer que nós (isto visto à luz da ciência), somos um poço de conhecimentos em qualquer área (nada que eu não soubesse já...)
A prova é esta:


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Filmes (#19)


A cidade-luz como pano de fundo para o desenrolar de 18 histórias sobre o amor. Cada uma num diferente bairro de Paris, onde se cruzam e se descobrem as mais variadas formas de amar...

Carol: "Sitting there, alone in a foreign country, far from my job and everyone I know, a feeling came over me. It was like remembering something I'd never known before or had always been waiting for, but I didn't know what. Maybe it was something I'd forgotten or something I've been missing all my life. All I can say is that I felt, at the same time, joy and sadness. But not too much sadness, because I felt alive. Yes, alive. That was the moment I fell in love with Paris. And I felt Paris fell in love with me."

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Heartbeat (em modo repeat...)

You said you'd be there for me
In times of trouble when
I need you and I'm down
And likewise you need friendship It's from my side pure love but I see lately things have been changing
You have goals to achieve
But the roads you take abroad and heartless
That wants you make another way
You throw stones
Can you see that I am human I am breathing
But you don't give a damn

Can you feel my heart is beating?
Can you see the pain you're causing?
Can you feel my heart is beating?Can you see the pain you're causing?
Blood, blood, blood.... keeps rushing

And now the world is asleep
How will you ever wake her up when she is deep in her dreams, wishing?
And yet so many die
And still we thing that it is all about us
It's all about you
You sold your soul to the evil and the lust
And the passion and the money and you
See innocent ones die, people hunger for decades
Suffer under civilized armed robbers, modern slaveholders

Blood, blood, blood.... keeps rushing

Evaded, eliminated, erased, interrogated
Our tradition, our love for our fellow countrymen,
Our property, our resources - our pride
Can you feel my heart beating?No, no, no.... you don't

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Será?

"É o sinal dos tempos, com o Nobel da Paz a ser atribuido como no McDonalds, ou seja, em pré-pagamento. É favor pagar (receber o prémio) antes de receber (fazer algo pelo mundo). Espero que o Presidente Obama corresponda às expectativas criadas e responsabilidades que a atribuição do Nobel significam".

* Comentário sobre a eleição de Obama ao Nobel, encontrado na notícia do Público.

O pior dos cenários

Conhecer um exemplar do sexo oposto que para além de não fazer nada o meu género, não dá "uma para a caixa".

MEDO