sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sunny July (The End) II

É possível apanhar um escaldão às 7 da tarde. Eu que o diga. Mesmo assim o fim de tarde ainda rendeu um bronze bem catita (tirando a parte do escaldão) e um mergulho com sabor a paraíso!
Só faltou mesmo a bolinha de Berlim para ser (quase) perfeito.

Sunny July (The End) I

Ontem ri como se não houvesse amanhã. Como há muito não me ria. Daquele riso que até as lágrimas caem…

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Em alta rotação por cá:





"The way you walk ,the wat you do,the way you breath,the way you play,the way you feel,the way you touch,the way you enter to my mind..."

Premiozinho

Bigada!

As regras são:
Divulgar o link do CupCakeAndRocknRoll http://cupcakerock.blogspot.com/
Dizer qual o meu doce predilecto: Sou um bocadinho gulosa...mas o meu preferido é baba de camelo.
Dizer qual a minha música predilecta: Só uma? Impossível! Sou musicaholic :))
Indicar o selo para 4 seguidores do meu blog: Não vão ser 4, vão ser 95.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

(In)Confidências

Se há coisa que gosto de ouvir quando visito o meu avô , são as histórias que conta. Principalmente as amorosas e os seus devaneios. As mil e uma conquista que fez e os corações que por aí anda a partir.
Desta última vez fiquei a conhecer mais duas. Há uns anos, uma senhora que já passava a casa dos 60, pediu-o em casamento e para juntarem os trapinhos na sua casinha de 9 assoalhadas em pleno centro de Lisboa. “Até era simpática, inteligente e tinha boa figura mas não fazia bem o meu género e eu disse que não aceitava” disse o meu avô. Eu, já quase engasgada com o almoço não conseguia parar de rir. “Ela apanhou um desgosto. Andava sempre atrás de mim e não se calava com aquela conversa. Tive que terminar logo ali o assunto”.
Com esta fora do baralho, segue-se a próxima. “Já te contei aquela da senhora do carro?” “Acho que não, avô, mas também com tantas se calhar já não me lembro”. E desatámos os dois às gargalhadas. “Essa veio-me convidar para ir com ela dar uma volta de carro por Espanha. Parece que queria ir a Madrid e a Barcelona e mais não sei onde. Chegou-se ao pé de mim e disse que tinha comprado um carro novo de propósito, que era para eu o estrear e depois irmos passear”. E sai-me logo” Mas que assanhadas”. “Assanhadas? Nem fazes ideia, elas aos novos fazem-se de santas mas são muito mais atiradiças que as novas. Querem mostrar que têm companhia”.
Não há dúvida de que qualquer dia lhe atribuem o prémio de “Don Juan Lisboeta”.
Já faltou mais.

terça-feira, 21 de julho de 2009

A sala de espera


Vivemos numa sala de espera. Chegamos. Pensamos. Desejamos. E esperamos que vida se encarregue de realizar os nossos sonhos. Perdemos demasiado tempo à espera, mas é inevitável não passarmos por ela. Todos procuramos algo. Algo que nos faça feliz. Queremos o homem perfeito, a profissão certa, a família ideal, a vida de sonho. E nunca estamos satisfeitos, procuramos sempre mais e mais. Porque a felicidade plena é o limite. Mas essa por mais que a procuremos sempre nos escapa. Há sempre algo que falha. A vida não é perfeita. Nós não somos perfeitos. Enquanto ela vai passando, nós continuamos lá…na sala de espera. Esperamos que uma estrelinha brilhante venha, nos bata à porta e diga “Aqui está a tua felicidade, tudo o que sempre quiseste, já podes deixar o teu lugar na sala”. E nem uma vida inteira chegaria para a abandonarmos. Já nasce connosco. Vai certamente morrer connosco. O mais importante nisto tudo? É que a vida é aquilo que nos acontece enquanto estamos ocupados a fazer outros planos. É o presente. O passado já foi, o futuro é incerto.” E tu o que fazes?” Eu vou tentando. Vou tentar viver “só” no presente.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Detalhes

"Tive sempre como axioma que as pequenas coisas são infinitamente mais importantes que as grandes".
(Sherlock Holmes)

terça-feira, 14 de julho de 2009