domingo, 12 de julho de 2009

Descanso a não descansar

Esta semana vai ser de descanso…ou não! Vai ser praia, cinema, a ida finalmente aos saldos e acabar de pôr a leitura em dia. Por outro lado, há que passar o cesto enorme de roupa que já se acumulou a ferro e começar a preparar o novo trabalho que me espera na próxima segunda.
Vou andar por aí e de igual forma por aqui, porque não vou sair de terras Lusas.

:))

sábado, 11 de julho de 2009

Levante o braço quem tem...

…uma vizinha entre metro e dez, metro e vinte que grita mais alto que a mãe (que não fala propriamente baixo), que o pai e o irmão juntos e faz eco em toda a vizinhança?

*o meu braço está levantado.


quinta-feira, 9 de julho de 2009

Primeiras impressões dos 25

Continuo com carinha de 18. Não engordei nem cresci. A conta bancária engordou uns euritos. Já me pedem uns netinhos que na realidade seriam bisnetos. Mais que confirmado que fazem parte da minha vida as piores mas também as melhores pessoas que se pode conhecer. Que a inveja desperta nas pessoas atitudes que nunca irei perceber, mas que me fizeram finalmente entender o sentido de “o que não nos mata faz-nos mais fortes”. A família somos nós que a fazemos e que pessoas sem o nosso sangue podem entrar nela pela porta da frente. Que o caminho é para a frente e que são e 25 e há que aproveitar.
E que a data merecia alguns mimos especiais!




sexta-feira, 3 de julho de 2009

Are you talking to me...stranger?

Desconhecidos. Damos de caras, cruzamo-nos com eles todos os dias. Basta sairmos de casa e eles lá estão à nossa espera. Como sempre nos ensinam desde pequenos “Não fales com estranhos. Não abras a porta a estranhos.” Mas houve alguém que discordou e disse “Os desconhecidos são apenas amigos que não conhecemos”. E tal como os nossos amigos, ele há bons e maus.
Falar com alguém que não se faz a mínima ideia de quem seja, pode não ser assim tão mau. Quantos conhecimentos não travámos já nós ao longo da nossa vida com desconhecidos? E provavelmente se tivéssemos seguido à risca essa máxima, quantas pessoas fantásticas não teríamos conhecido? Pessoa do mais desconfiada e sempre com um pezinho atrás que há, sim sou eu mesma! Mas apesar disso também já falei com estranhos. Não os convidei para virem a minha casa. Nem tão pouco lhes dei assim do pé para mão o meu email ou o meu número de telefone. Mas posso afirmar que pelo menos duas pessoas que surgiram assim do nada na minha vidinha são hoje dois grandes amigos. E daquelas amizades para a vida, daquelas que qualquer coisa deixam tudo para trás e vêm ter comigo. Às vezes penso que se lhes tivesse virado a cara, como até faço a 95% dos estranhos que se aproximam de mim, teria perdido o contacto e a amizade de dois dos meus melhores amigos. E que de entre a enorme quantidade de gente que ignoro todos os dias poderia encontrar mais pessoas assim. O problema é pensar que também posso encontrar o outro lado. Os lobos e as lobas que por aí andam vestidos de cordeirinhos. Mas é mais que óbvio que nunca vamos saber, porque de cada vez que lhes damos para trás fechamos uma porta. Boa ou má.
E desse lado, contam com boas ou más experiências com desconhecidos?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Pergunta para queijinho:

“Em que sítios não devemos ir sem ser convidados?”* Embora a resposta que figurava no cartão fosse “bodas ou baptizados”, para mim não se deve comparecer em qualquer festa em se ser convidado. Não gosto de quem se faz convidado. Eu não me faço de convidada. Quem realmente nos quer em alguma ocasião convida.
Tão simples quanto isto.

* (in Trivial, passada sexta à noite)

terça-feira, 30 de junho de 2009

Filmes (#13)

Anos 20. Londres, Xangai e Guilin. Uma China devastada pela cólera. Um médico britânico que tenta salvar a população e o seu casamento.
* “Kitty Fane: I'm wondering what she sees in you?
Mr. Waddington: She says I’m a good man.
Kitty Fane: Like a woman could love a man for his virtud?" Será que não?
Sublime. Tão de mágico quanto real. Como se pode ver a verdadeira essência de alguém através dos olhos de quem nos rodeia. E quanto isso nos pode mudar. Gostei muito.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

King of Pop Music

Sim porque ele era "o" Rei da Pop. Excêntrico, extravagante ou outros tantos adjectivos que melhor o definiam. Mas sobretudo único. Inigualável. Deixa assim o trono livre. Parte a estrela de "Triller", "Billie Jean", "Beat it" e outros tantos êxitos intemporais.

* As estrelas também são mortais, apesar de muitas vezes pensarmos que viveram eternamente.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A revolta da minha carteira

Dizem que é a crise. A crise é a culpada de todos os males deste e do outro mundo. As carteiras dos portugueses andam vazias por causa da crise. A minha digo que está numa espécie de mini-crise. “E porquê?” Para não me sentir deslocada também a culpo. Mas só aqui entre nós a culpa é mesmo do novo casaquinho que comprei, do novo top, das novas havaianas e das melissas. E claro, ontem diz que olhei para a minha carteira e quase que a sentir apertar-me o pescoço em modo de revolta. Eu percebi imediatamente a mensagem e prometi fazer um esforço para a manter mais aconchegada. Até acho que vou desenhar num papel um sentido proibido com a palavra “shopping” e colocá-lo junto ao volante no carro.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Hello Wicked


Não vale a pena estar com rodeios nem hipocrisias. Todos temos dentro de nós um lado obscuro, algo maldoso e até diria perverso. Compete-nos saber lidar com ele e canalizá-lo para nosso proveito e bem-estar. Com isto não digo ter que prejudicar alguém apenas por gosto ou perversidade. Mas a verdade é que muitas pessoas direccionam essas energias exactamente para tentar derrubar, humilhar e passar a perna a quem lhe pode fazer frente. No fundo, grande parte dessas atitudes não demonstram mais que inveja e frustração. Pena é o que sinto por elas. Nada mais que pena. Por não conseguirem chamar a atenção a não ser desta forma. Por não terem uma vida própria e tentarem viver a dos outros. Por ninguém lhes passar cavaco a não ser por simples obrigação. O meu lado perverso consiste em assistir de camarote, de champanhe na mão às mais que tristes figuras dessa gentinha. Deixá-las pensar que controlam tudo, quando por trás quem tem o comando na mão sou eu. Esfregar-lhes na cara o que vou conseguindo e que em tempo algum alcançaram metade. Cultivar-me a cada dia, treinar o meu sorriso amarelo e a minha respiração para não perder a paciência em determinadas alturas e espetar-lhes dois murros no meio dos olhos, há muito merecidos!