Sou mulher e gosto de futebol. Sou mulher-mulher (daquelas que para além de terem sexo feminino no BI, também gostam de coisinhas-tipicamente-de-gaja) e vibro com o desporto-Rei. É Benfica e Selecção. Gosto, vejo os jogos, sofro, grito, esperneio e choro. Fiquei triste com o nosso afastamento do Mundial. Jogar contra Espanha, é o mesmo que Benfica-Sporting. Eternos rivais mas com muito mais história de rivalidade. Nem vale a pena falar em guerras, duelos, reis e coisas que tais, que estaríamos uma noite inteira em discussão. Já recebi vários telefonemas a perguntar: "Bem hoje não deves estar assim tão triste, Espanha passou" Respondo: "Espanha passou mas Portugal não, por isso é claro que não estou feliz" terça-feira, 29 de junho de 2010
E fecha-se a porta do Mundial*
Sou mulher e gosto de futebol. Sou mulher-mulher (daquelas que para além de terem sexo feminino no BI, também gostam de coisinhas-tipicamente-de-gaja) e vibro com o desporto-Rei. É Benfica e Selecção. Gosto, vejo os jogos, sofro, grito, esperneio e choro. Fiquei triste com o nosso afastamento do Mundial. Jogar contra Espanha, é o mesmo que Benfica-Sporting. Eternos rivais mas com muito mais história de rivalidade. Nem vale a pena falar em guerras, duelos, reis e coisas que tais, que estaríamos uma noite inteira em discussão. Já recebi vários telefonemas a perguntar: "Bem hoje não deves estar assim tão triste, Espanha passou" Respondo: "Espanha passou mas Portugal não, por isso é claro que não estou feliz" Sai de cena, quem não é de cena
Há dias quando soube do encerramento do 24Horas e conforme o comentei no facebook não estava à espera, dado que este tipo de jornal se vende como batatas-fritas no nosso País. Acrescentei ainda que por mera curiosidade e como nunca tinha pegado e muito menos lido um, iria ver o último para ter uma ideia do que por lá se escrevia e tão criticado era. Não fui capaz. Depois de ler esta capa, achei que estava tudo dito. Os espaços e mais alguns possíveis para encher chouriços foram ocupados. Lamento apenas pelos postos de trabalho.
O dinheiro que poupei será empregue num delicioso e suculento geladinho, uma boa troca portanto!
sábado, 26 de junho de 2010
Haruki Murakami

quarta-feira, 23 de junho de 2010
Este blog é fã (e a autora também pois claro)
Por isso, meninas, atenção. A sensualidade é meio caminho andado para se tornarem boas aos olhos de um homem. Se puderem ser sensuais e ainda puderem ter umas mamas, um rabo e uma barriga firmes, então, maravilhoso" Do Guaxinim
Achei que devia fazer um aviso à navegação de que tudo isto também se aplica aos homens. Podem não ser lindos de morrer, com tudo no sítio como se gostava mas a sua forma de estar bate aos pontos os itens anteriores. Pessoalmente sempre reparei e os diferenciei por aqui. É o tipíco cliché do "não sei explicar mas ele tem ali qualquer coisa, é a maneira dele..." Discretos mas atentos ao que se passa à volta.
Este blog atesta o selo de qualidade a todos aqueles que se inserem neste grupo. :)
terça-feira, 22 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Filmes (#37)
Isto não é cinema. Isto é a vida. Melhor, Lelouch agarrou na vida, a de cada um e misturou-a num cocktail de emoções, de alegrias e tristezas, de esperança e lágrimas. Aqui não há heróis nem vilões, nem dias bons nem maus. Há dias de uns e de outros. Tão iguais e tão diferentes aos nossos. Isto são os dias passados, o tempo vivido, aquele que não pára nem espera por ninguém. É a surpresa e o mistério do amanhã que nos muda para sempre, aqui com quatro famílias de nacionalidades diferentes, unidas pela paixão da música e os seus destinos desde a Segunda Guerra Mundial até aos anos 80.
Um filme brilhante, dos que mais me marcou nos últimos tempos. Onde ouvi pela primeira vez, o "Bolero" de Ravel (parte da banda sonora fantástica do mesmo). E que ouvida uma vez, nunca mais se pára. Bem-vindos ao mundo real meus caros, façam o favor de se sentar e viver a vossa vida.
(In)Confidências

segunda-feira, 14 de junho de 2010
E de como tudo está na moda e por este corpinho passa:

sexta-feira, 11 de junho de 2010
Mais respeito que sou tua mãe
Ontem para acabar da melhor maneira o feriado fui até ao Casino assistir ao “Mais respeito que sou tua mãe”. Esta comédia encenada, adaptada e dirigida pelo Joaquim Monchique tem por base o texto de Henri Casciari. Imaginem só onde é que este argentino começou a escrever vários capítulos e histórias de uma família inventada por si… Isso mesmo: num blog! O sucesso foi tal que ao lhe ser atribuído o prémio de melhor blog do Mundo em 2005, foi adaptado ao teatro. E pela primeira vez, estreia-se fora da Argentina.
(Re)Escrita para a vida e costumes portugueses, esta família de classe média residente nos subúrbios de Lisboa (Baixa-da-Banheira), é governada pela mãe e dona-de-casa Esmeralda (Joaquim Monchique). Casada com Zacarias (Luís Mascarenhas), recentemente despedido da Lisnave e fanático pelo Benfica, teve três filhos. Cada qual mais sui-generis que o outro. O mais velho (Emanuel Santos), o orgulho de todos, estudante universitário, tanto assume num dia a sua homossexualidade, como no outro afirma não o ser. A filha de 17 anos (Rita Tristão da Silva), encerrada na chamada “idade do armário” e na verdadeira descoberta da sua identidade, gosta de “experimentar vários rapazes ao mesmo tempo” enquanto faz sessões de strip para um site americano. E o do meio (Tiago Aldeia) tem sérios problemas de higiene, ou melhor, falta dela, fuma droga que o próprio avô (Fernando Gomes) cultiva no jardim e auto-intitula-se como criador de verdadeiras obras de arte.
Uma família à portuguesa com certeza, numa deliciosa peça crítica e satírica onde a crise económica e social, os problemas da adolescência e da meia-idade se juntam à mesa da cozinha.
Ide ver, ide ver que é mais-que-recomendada.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Desafio(s)
Day Two. Favourite Movie
Day Three. Favourite Musician
Day Four. Favorite Book
Day Five. Favourite Food
Day Six. Favourite Song
Day Seven. Favourite TV Show
Day Eight. Pictures Of Your Room
Day Nine. Favourite Flower
Day Ten. Favourite Outfit
Day Eleven. Recent Picture Of Yourself
Day Twelve. Where Your Family Is From
Day Thirteen. Favourite Memory
Day Fourteen. Favourite Purchase Ever Made
Day Fifteen. Current Grades
Day Sixteen. Future Tattoos
Day Seventeen. A Childhood Picture
Day Eighteen. Favourite Board Game
Day Nineteen. Something That Made You Smile Today
Day Twenty. A 10+ Year Old Picture
Day Twenty-One. Favourite Movie Quote
Day Twenty-Two. Picture Of You On This Day
Day Twenty-Three. Favourite Music Video
Day Twenty-Four. Something Embarassing In Your Room
Day Twenty-Five. One Of Your Most Prized Possessions
Day Twenty-Six. A Picture From One Of The Greatest Days Of Your Life
Day Twenty-Seven. A Picture Of Where You’re From
Day Twenty-Eight. A Drawing
Day Twenty-Nine. Somewhere You Want To Visit
Day Thirty. Whomever You Find Most Attractive In This World
Encontrei-o por aí e trouxe-o comigo. As respostas sairão nos próximos posts ;)
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Abram alas para o Mundial
Falando de futebol propriamente dito, anseio pelo Portugal-Brasil. Não tenho nenhum feeling em concreto e sempre ouvi dizer que prognósticos só no fim do jogo.Mas uma coisa é certa: estaremos todos de olhos bem abertos e colados ao televisor, não é todos os dias que se joga com o Brasil, o nosso país-irmão e por quem torcemos sempre logo a seguir a Portugal.
Pronto, então fica só como reforço de ideia.
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
(In)Confidências
Todos os anos, enquanto fui criança (e uns aninhos depois em que já tinha passado a etapa), adorava este dia. Primeiro porque "obrigava" a minha família a satisfazer-me algumas das minhas vontades. E segundo porque ansiava o presente que a minha avó me comprava. Não era nada de especial, nada de grandioso, era simplesmente uma pequena lembrança, um miminho escolhido por mim. E por incrível que possa parecer uma dessas prendas é das que mais recordo. Uma caneta. Repito. Uma caneta. Cor-de-rosa e branca, com um copo, uma palhinha e um ratinho em forma de boneco que se levantava e baixava conforme se carregava. Guardei-a durante anos e ainda a teria comigo se não se tivesse perdido entre as várias mudanças de casa que já fiz desde essa altura.
É claro que há que contextualizar este acontecimento no tempo, grande falha minha. Estavámos nos primeiros anos dos anos 90, onde as crianças ainda eram crianças. Onde se brincava à apanhada no recreio. Ao macacaquinho do chinês e se saltava ao elástico, onde posso confessar que era mesmo pró. Onde se partilhavam as gorila e se molhava o chupa-chupa nas petezetas. Onde ao som do primeiro toque, obedeciamos à chamada da Dona Guida e entravámos calados e ordeiramente na sala de aula. Onde a professora nos ensinava as letras, os números e a regras da boa educação.
Hoje passados mais de quinze anos, o meu irmão só sabe jogar à bola e às lutas. Por ele, as tardes são passadas entre a playstation, o gameboy e o Magalhães. Não sabe estar quieto e calado nas aulas. Responde aos professores, fala das personagens dos Morangos com açúcar como se fossem reais, já teve mais castigos e já disse mais asneiras que eu em vinte e cinco anos de vida. Diz que as meninas só sabem falar de maquilhagem, das marcas de roupa e que os pais têm que fazer o que elas mandam, senão não cumprem a lei e os direitos das crianças.
Duvido que eles alguma vez façam colecção de canetas como eu fiz. Ou de cromos ou de porta-chaves. E de folhas fofinhas. E que ao receberem uma a mais para a colecção, achem isso o melhor presente do Mundo.





