quinta-feira, 29 de abril de 2010

"Jaguar"

É a nova aposta da Porto Editora e o primeiro livro de Pedro Baltasar. Um romance épico que mistura acção, riqueza, aventura e um amor impossível nos dias de hoje na cidade de Londres. Uma viagem pelo tempo, conduzida pelos protagonistas James Cadwell, tenente da Scotland Yard e por Daniela, misteriosa e bela descendente de uma antiga raça conhecida como os homens-jaguar.
Foi-me enviado simpaticamente pelo autor, o primeiro capítulo da obra. O mistério começa já aqui. Numa madrugada de Fevereiro de 2006. Onde uma mulher, aparentemente vítima de um assalto, inverte os papeís e contra-ataca sem explicação os assaltantes.
É já amanhã o seu lançamento para o qual fui convidada.
Lá estarei para conhecer os restantes mistérios de "Jaguar".

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Só mais uma sim?

Ontem ao fim da tarde, tive o privilégio de assistir em pleno a uma sessão fotográfica junto à praia. Os intervenientes escolheram como pano de fundo uma grande parede, neste caso pode dizer-se mesmo um mural, que separava a praia do passeio. Ainda vinha a uns largos metros quando vejo alguém de máquina em punho muito concentrado a tentar encontrar o melhor ângulo para a fotografia, enquanto o modelo se agarrava ferozmente à parede, enquanto lhe dava beijinhos e lhe piscava o olho.
Primeiro pensamento: Ok nada de dar estrilho, menina malinha. Passo e olho para o lado,para tentar evitar que me desatasse a rir. Provavelmente quando voltar para trás já nem sequer lá estão.
Resposta incorrecta. 10 minutos depois lá continuavam alegres e contentes. O primeiro a rodar e a alinhar a máquina como se não houvesse amanhã, o segundo continuava completamente "in love", beijinhos e abracinhos à parede, sendo que agora até a perna levantava para novas poses. Pronto, já não basta olhar para o lado tenho que morder o lábio e bem, ou desato mesmo às gargalhadas.
Acrescento que achei um piadão (adoro esta palavra e aproveito a ocasião para a usar) à roupa do fotografado: calça branca, camisola e ténis rosa, óculos brancos e pulseiras mais pulseiras não há.
Os minutos restantes até ao carro, foram bastante dolorosos: quase que não me aguentava a andar de tanto rir...

terça-feira, 27 de abril de 2010

O Blogger está a ver se perco a paciência

Ai está, está...estou há mais de 20 minutos para pôr um simples vídeo e nicles batatoides...

sábado, 24 de abril de 2010

Oh, gostei tanto!


E deu mesmo. Adorei os posts escolhidos, a voz da Catarina Miranda enquanto os lia e as músicas? Parece que foram escolhidas a dedo e por mim (mas não foram), eram todas do bom e do melhor. 1 hora do mais catita que há.
Beijinho bom à Comercial.
*Quem não ouviu repete amanhã no mesmo sítio, por volta das 9horas.

terça-feira, 20 de abril de 2010

(In)Confidências

Venho dizer-vos que nos próximos dois dias não vou pôr as mãos nas panelas (thank god). Já sabem, não gosto de cozinhar, é um sacrifício. Assim que ganhar o euromilhões (depois de começar a jogar claro), a primeira medida é contratar um chef. Assim uma éspecie de José Avillez com um tempero de Chacal, para me fazer umas comidinhas boas e apetitosas todos os dias. Já me estou a ver de lista, a dizer "olhe querido, para hoje pode ser um arroz de marisco, com uma salada e uma baba de camelo para sobremesa sim? Ah, e não se esqueça do meu cappucino".
Começo a achar que fiz mal em não ter cedido aos avanços de um...ou talvez não! Que ele era um grande fofo era, mas também um cabrão de primeiro grau. Depois já se vê, ia dar chatice claro. Ele dizia que sempre foi muito mulherengo e não tinha culpa disso. Depois, era eu a dizer-lhe para se pôr a milhas, a acertar-lhe na cara e que a mão me tinha escapado e não tinha culpa disso.
E pronto, vou aproveitar as minhas 48 horas de descanso da cozinha. Ofereço os meus préstimos como ajudante, porque sim e porque o dia me correu tão bem, mas tão bem que se calhar ainda descasco umas batatas...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Filmes (#34)


O Nicholas Sparks é o autor por excelência que nos põe a chorar "baba e ranho". Dizem que os homens são uns insensíveis e blá blá blá wiskas saquetas , mas as grandes histórias de lágrima ao canto do olho são quase todas escritas por eles. Se as cartas são sempre um elo de ligação entre os protagonistas, o Dear John não é excepção. Foi através delas que Savannah e John encurtaram distâncias. Depois de duas semanas juntos, ele partiu novamente para a guerra, enquanto ela regressou à Universidade. E foi também através delas, que se separam. Sim, Savannah acaba por casar com Tim. E já habituados aos seus finais, apesar da separação a história de amor não tinha terminado.
As críticas dizem que o filme não supera o livro. Mas isso é alguma novidade? É raro haver algum que o supere. Não amei, mas gostei bastante. E muito por conta do próprio actor, que encarna só assim o papel do autêntico prince charming.
O meu preferido continua a ser o The notebook. Perfeito é pouco para o descrever, tanto o livro como o filme.

sábado, 17 de abril de 2010

Bem sei que ainda faltam 3 meses para os meus anos mas...

mas estes vão já para a lista. A Malinha quer, quer sim...oh para eles tão girossssssss, tão pop-art que eu adoro, tão a minha cara! Venham a mim ;)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

"O velho e o Mar"

Santiago e o rapaz vivem na corrente do Golfo. São pescadores. Há mais de oitenta dias sem conseguir pescar, o velho começa a questionar a sua sorte, dizendo que nunca mais pescará nada. Dias depois, parte sozinho, de barco para alto-mar. Um peixe de dimensões jamais vistas, morde o isco. Um peixe que manterá Salvador dias e noites inquieto sem o conseguir vencer. E quando finalmente o derrota, um grupo de tubarões aparece.
Esta obra não é mais do que "a luta titânica do velho pescador com o seu peixe imenso...é uma luta pela vida, lutada em plena dignidade natural. Nada há de sobre-humano nela, que não seja o facto admirável de o homem ser capaz de lutar e de sobreviver para além do que parece ser o legítimo limite das suas forças" (Jorge de Sena).

Só no fim, me apercebi de todo o simbolismo desta simples história. Dei por mim a pensar tal e qual Santiago: nas conversas que tenho para comigo nos conselhos que me dou a mim mesma, nos conflitos interiores sobre o faço-não-faço, é desta-maneira-ou-daquela? Isto para além do não-aguento-mais, já-não-tenho-forças-para-isto...a verdade é que conseguimos ir buscá-las sabe-se lá onde...

sábado, 10 de abril de 2010

Hallstars é muitaaaaa feioooo (entre outras coisas, pois tá claro)

Consultório de moda grátis. É só seguir os conselhos da Katyzinha.



*Ainda não me decidi se rir se chorar.É que eu gosto de hallstars (e agora o que faço da minha vida?? Atiro-me da ponte ou corto os pulsos?)

Espectáculo de blog!

E quem o diz é a Saint and Sinner, bigada ;)



Regras: 1) Enumerar 3 sonhos: Fazer uma longa viagem pelo Oriente, voltar a patinar (mesmo que só por lazer, coisa que por estes dias devo começar, muitas saudades mesmo), ser feliz. 2) Enumerar 3 pecados/ tentações: Chocolate, praia e roupa. 3) Comentar no blog do criador do selo (done) 4)Nomear 6 blogues espectaculares: posso não cumprir as regras? fico perdoada? Passo à Cat, Mariana, Buttafly, Saltos Altos Vermelhos, Enfant Terrible, Just Me, Anjo de cor, Rita G., Hyndra, CG e Pinkk Candy.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Segundas...terceiras oportunidades?


Há uns anos, quando alguém cometia o erro fatal de me desiludir não havia volta a dar. Dar uma segunda oportunidade não era sequer ponderada. Se fosse uma pequena zanga, algum desentendimento, a coisa ainda aí lá. A custo mas aí. Era preciso ser-se muito próximo, alguém de quem gostasse bastante para chegar à desilusão. Vistas as coisas, já hoje e friamente no fundo são essas mesmas pessoas e só as que nos podem desiludir. As expectativas e a consideração que temos por elas são tão elevadas, que quando descobrimos que não são nada daquilo que pensavámos, apanhamos com um grande balde de água fria. E por mais que tente, nunca volta a ser a mesma coisa. Posso dar uma segunda oportunidade. Sim, isso já o faço. Mas perdoar não significa esquecer. É como dar um erro ortográfico e apagá-lo com tinta correctora. Ele desaparece, mas a marca fica lá.
Terceiras oportunidades? Nem vale a pena referir, porque no meu dicionário não se encontram disponíveis.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

The Great Gatsby (O Grande Gatsby)

F. Scott Fitzgerald, autor do conhecido livro "The curious case of Benjamin Button", retrata nesta obra a vida americana pós-primeira guerra mundial. É em Long Island, Nova Iorque, que o protagonista é "usado" como crítica por parte do autor ao "sonho americano". Nick Carraway é assim,um testa-de-ferro para Scott se auto-retratar e expôr os seus ideais de vida. Fascinado pelo glamour da época, pela facilidade com que se constituiam grandes fortunas (propiciadas pelo fim da guerra, onde muitos produtos escassearam, outros proibídos, logo grandes oportunidades de negócio) e pelo materialismo exacerbado e a falta de moral e humanidade dele derivados.
É pois, na sua relação com o vizinho Gatsby, um homem extremamente rico, famoso pela sua casa e grandes festas que nela dava, que Nick assiste ao maior drama humano: a solidão. Gatsby, que todos os sábados recebia centenas de convidados na sua mansão, alimentava o sonho de que numa noite o seu grande amor, Daisy voltasse. Com a ajuda de Nick, reencontram-se. Mas Daisy está casada e Tom (o marido), não vai permitir que Gatsby leve a melhor. E sai realmente vencedor. Gatsby é assassinado por engano. Para proteger Daisy. Esta que acidentalmente atropelara Myrtle, mulher de Wilson e amante de Tom. Rodeado de multidões, mais sozinho que nunca. Apenas três pessoas compareceram no seu funeral: Nick, Mr. Gatz (pai de Gatsby) e "Owl Eyes", um frequentador das suas festas.
Este livro encontra-se no top das melhores novelas do século XX. A relação entre fortuna/solidão também é de hoje, em pleno século XXI. Em que para atingir os fins, todos os meios são usados. A facilidade com que se descartam pessoas e sentimentos, cresce a um ritmo alucinante. Numa linguagem nem sempre fácil de rapidez de leitura, é pegar nele e identificar gentes do nosso quotidiano em cada personagem.

Porque às vezes é complicado encontrar o meio termo...

(By: Maitena)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Big Brother

Se fossem colocadas câmaras, microfones e coisas que tais (dentro do género) aqui em casa, era bem capaz de dar um grande programa. As figuras que faço, iriam provocar um batalhão de risadas a muito bom gente. Dentro de quatro paredes o cenário é o seguinte (principalmente nestes dias que estou sem alminha que me chateie): música aos altos berros, normalmente no pc com a página do youtube sempre aberta para ir pondo o que me aptecer, roupa confortável para saltitar e pular que nem uma maluca (tudo para acompanhar o ritmo da música claro), porcarias e guloseimas para ir petiscando nos intervalos, portas e janelas todas abertas. Gosto de tudo bem iluminado e agora que temos dia até às oito da noite oh que maravilha! Depois é ir às compras sem ter que ir ao shopping. Basta abrir o armário e experimentar roupa como se não houvesse amanhã. Serões de cinema sem horários e risadas audíveis quase do outro lado do Tejo.
Mas estas figuras vão continuar a ser privadas e só acessíveis aos vizinhos que espreitem para cá, temos pena.

Sai mais um selinho para o estaminé

Bigada sophia! ( um pouco atrasado i know)

Passo a todos os meus leitores e seguidores que são uns fofinhos, levem-no em forma de agradecimento.